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Anatel autoriza venda do novo iPhone no Brasil

Operadoras de telefonia móvel não divulgam data de lançamento no país.
Aparelho já comercializado nos EUA é mais rápido que antecessor.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) concedeu, nesta quarta-feira (29), a homologação para a venda do celular iPhone 3GS, da Apple, no Brasil. Segundo a empresa, a nova geração do telefone multimídia — lançada em junho nos EUA — é duas vezes mais rápida que seu antecessor, o iPhone 3G.

Agora, a chegada do modelo ao consumidor brasileiro depende das operadoras. Quando a Apple anunciou a novidade, prometeu o lançamento no Brasil e em outros países para agosto. Procuradas pelo G1, no entanto, Claro, Vivo e Tim não confirmaram a data de lançamento.

Foto: Divulgação/Apple

Operadoras de telefonia móvel não divulgam data de lançamento do novo modelo no país.  (Foto: Divulgação/Apple)

Ainda não se sabe o preço dos novos aparelhos no mercado brasileiro. Nos EUA, o 3GS custa entre US$ 199 e US$ 299 (16 GB e 32 GB, respectivamente). No Brasil, o modelo 3G chegou oficialmente às lojas em setembro do ano passado, formando filas nas portas das lojas.
A capacidade de transmissão de dados do novo aparelho é de até 7,2 Mbps (megabits por segundo), contra 3,6 Mbps do iPhone 3G. A câmera do aparelho terá 3 megapixels e capacidade para gravar vídeos. O smartphone também ganhou novo processador e é capaz de carregar programas em metade do tempo de seu antecessor.
Além de fazer ligações via comando de voz, os usuários poderão controlar o iTunes apenas com a fala. O aparelho tem uma bússola digital integrada, para facilitar a localização dos usuários em mapas.

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Fonte: G1

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Novidades no blog Written World

Written World


Written World agora no Twitter e Orkut

O blog The Written World tem 2 novidades para todos os internautas que visitam a página, agora todos poderam acompanhar o blog pelo Twitter, o microblog de maior sucesso da internet, e também pela comunidade no orkut, onde poderam sugerir matérias a serem postadas, além de críticas e sugestões,lembrando que nessa última semana estamos enfatizando todas as notícias relacionadas a morte do Rei do Pop Michael Jackson.
Twitter:
http://twitter.com/writtenworld

Comunidade no Orkut:
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=91680445

Espero a participação de todos vocês 😉

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Fotos mostram barriga da mãe dos óctuplos oito dias antes do parto

Filhos de Nadya Suleman nasceram em 26 de janeiro na Califórnia.
Imagens foram publicadas por um site americano de entretenimento.

Reprodução/Arte G1

Nadya Suleman, mãe dos óctuplos nascidos no último dia 26 na Califórnia, mostra sua barriga em fotos tiradas oito dias antes do parto. A foto foi mostrada pela site norte-americano de entretenimento TMZ. (Foto: Reprodução/Arte G1)

Fonte: G1

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Saudita de 1 ano está ‘grávida’

Bebê grávido

Uma menina saudita de 1 ano chamou grande atenção ao ser constatado que está “grávida“.

Explica-se: a criança na verdade carrega no corpo um irmão gêmeo, que passou a se desenvolver no seu próprio útero durante a gestação da mãe

Agora discute-se o que fazer. Os médicos querem realizar uma cirurgia cesariana. Mas a conservadora sociedade saudita analisa se a retirada do feto pode ser considerada assassinato.

Bebê grávido

Fonte: Fernanda Moreira – O Globo Online

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Adolescente indiana se mata por medo de experiência com o superacelerador

LHC

LHC

Impressionada, menina de 16 anos tomou pesticida na cidade de Bhopal.
No leste da Índia, muitas pessoas acharam que seria o fim do mundo.

Uma adolescente no centro da Índia se suicidou nesta quarta-feira (10) porque ficou traumatizada com as reportagens que diziam que o experimento para recriar o “Big Bang”, na Europa, podiam levar ao fim do mundo, disse o pai da garota.

A moça de 16 anos morava no estado de Madhya Pradesh, bebeu pesticida e foi levada ao hospital, mas logo morreu, segundo a polícia.

Seu pai, identificado pela TV local como Biharilal, disse que a filha, Chayyam, se matou depois de assistir às previsões feitas pela TV indiana.

“Nos últimos dois dias, Chayya perguntou a mim e outros parentes sobre o fim do mundo no dia 10 de setembro”, disse Biharilal, segundo a TV.

“Tentamos distraí-la e dissemos a ela que ela não deveria se preocupar com tais coisas, mas não adiantou”, acrescentou.

Nos últimos dois dias, muitos noticiários indianos discutiram as previsões de que uma enorme máquina de choque de partículas, enterrada abaixo da fronteira entre a Suíça e a França, pudesse trazer o fim do mundo.

Leia também: LHC já está ligado, mas resultados só devem vir para valer em 2009

A máquina foi ligada na quarta-feira. O experimento está sendo descrito pelos cientistas como o maior da história humana.

A máquina faz as partículas se chocarem na tentativa de obter, em escala reduzida, o mesmo fenômeno da teoria do “Big Bang” de criação do universo.

Os cientistas e pesquisadores-chefes da Organização Européia de Pesquisa Nuclear disseram que a experiência é segura. Eles negam as previsões de que o feito poderia criar um buraco negro.

Mas, na Índia, que é profundamente religiosa e supersticiosa, o medo em relação à experiência se espalhou graças à mídia.

No leste da Índia, milhares de pessoas correram aos templos para rezar, enquanto outros saboreavam seus pratos preferidos, à espera do fim do mundo.

Fonte: G1

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LHC já está ligado, mas resultados só devem vir para valer em 2009

Superacelerador passa agora por fase de validação de todos os sistemas.
Expectativa é ter 150 dias para colher dados de física no ano que vem.

O LHC começa a manipular e acelerar prótons hoje, mas os resultados científicos relevantes que o mundo espera não virão do dia para a noite. É certo que grandes descobertas terão de esperar, pelo menos, até 2009.

“Você ligar um acelerador desse porte não é como ligar um aparelho na tomada”, explica Sérgio Novaes, físico da Unesp (Universidade Estadual Paulista) envolvido com o projeto internacional coordenado pelo Cern (Organização Européia para a Pesquisa Nuclear), na Suíça.

Cern

Trabalhador solda peças no interior do túnel do LHC (Foto: Cern)

“Tudo é um processo, que começou 20 anos atrás, no momento em que o LHC começou a ser projetado”, diz o cientista. “Para que se tenha uma idéia, só para resfriar o túnel [por onde passam as partículas] levou dois meses.”

O resfriamento é necessário porque o LHC (Grande Colisor de Hádrons, na sigla inglesa) manipula os prótons por meio de imensos magnetos supercondutores, que exigem temperaturas baixíssimas para operar corretamente.

Grosso modo, o LHC é uma espécie de “rodoanel” para prótons. Um túnel circular de 27 km, localizado sob a fronteira entre a Suíça e a França, ele servirá para acelerar feixes de partículas até 99,99% da velocidade da luz.

Produzindo um feixe de prótons em cada direção, a idéia é colidi-los quando estiverem em máxima velocidade. O impacto é capaz de simular condições próximas às que existiram logo após o Big Bang, gerando um sem-número de partículas elementares.

Nesta quarta-feira, pela primeira vez os cientistas do LHC viram feixes de prótons completando voltas inteiras pelo anel. Mas as primeiras colisões só devem acontecer em no mínimo 60 dias.

“Já devemos conseguir alguma física ao redor de novembro”, diz Harvey Newman, físico do Caltech (Instituto de Tecnologia da Califórnia) envolvido com o LHC. Mas, por alguma física, ele quer dizer a observação de certas partículas — já conhecidas — geradas pelas colisões do novo acelerador.

“Esse processo é muito importante”, conta Novaes, “porque é a partir dele que começamos a usar elementos bem conhecidos da física para entender o desempenho dos novos detectores.”

Como tudo no LHC é novo, os cientistas precisam de tempo para aperfeiçoar suas operações e obter resultados significativos. Espera-se que essa curva de aprendizado comece a se acentuar, em benefício da ciência, a partir de 2009. “Será quando haverá a validação do LHC para altas energias. O planejamento do Cern espera que 2009 tenha 150 dias de tomada de dados de física”, afirma Novaes.

A partir daí que poderão começar as grandes buscas inéditas do novo acelerador, como por exemplo a caça ao famoso bóson de Higgs.

Fonte: G1

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Maior acelerador de partículas do mundo, o LHC, começa a operar nesta quarta

Projeto de pesquisa básica europeu custou mais de 3 bilhões de euros.
Experimentos têm potencial para revolucionar as atuais teorias físicas.

Técnica checa conexões no interior do túnel subterrâneo do LHC (Foto: Cern)

Nesta quarta-feira (10), o maior acelerador de partículas do mundo entrará em operação. A um custo estimado em mais de 3 bilhões de euros, o LHC sondará as entranhas da matéria em busca das respostas que faltam para compreender vários dos mistérios do universo. E a idéia é fazer isso sem destruir o mundo no processo, a despeito de rumores em contrário.

Grosso modo, o LHC é uma espécie de “rodoanel” para prótons, as partículas que caracterizam os elementos existentes no universo. Um túnel circular de 27 km, localizado sob a fronteira entre a Suíça e a França, ele usará poderosíssimos ímãs, construídos com tecnologia de supercondutores, para acelerar feixes de partículas até 99,99% da velocidade da luz. Produzindo um feixe de prótons em cada direção, a idéia é colidi-los quando estiverem em máxima velocidade. O impacto é capaz de simular condições próximas às que existiram logo após o Big Bang, gerando um sem-número de partículas elementares.


A sigla LHC significa Grande Colisor de Hádrons, em inglês. Os hádrons são o nome genérico das partículas que são compostas por quarks, os componentes básicos dos prótons e nêutrons.


Uma forma simples de imaginá-lo é como uma imensa máquina de esmigalhar prótons, colidindo-os uns com os outros. Os caquinhos que emergirem das colisões são as partículas que os cientistas pretendem estudar. E uma, em especial, está na cartinha que todos os físicos do laboratório enviaram a Papai Noel neste ano: o bóson de Higgs.

O nome assusta, e o apelido mais ainda — ele é chamado popularmente como “a partícula de Deus”. Mas, por que, afinal, o bóson de Higgs é tão especial?

Existe uma teoria muito querida pelos físicos de partículas, chamada de modelo padrão. Ela é basicamente uma lista de todas as peças — ou seja, todas as partículas — usadas na confecção de um universo como o nosso. Ela explica como os prótons e os nêutrons são feitos de quarks, e como os elétrons fazem parte de um grupo de partículas chamado de léptons, em que também se incluem os neutrinos, partículas minúsculas de carga neutra. O modelo padrão também explica como funcionam as partículas portadoras de força (como o glúon, responsável por manter estáveis os núcleos atômicos, ou o fóton, que compõe a radiação eletromagnética, popularmente conhecida como luz).

Mas para todo esse imenso “lego” científico funcionar corretamente, os físicos prevêem a existência de uma partícula que explicaria como todas as outras adquirem sua massa. É onde entra o bóson de Higgs. Infelizmente, até agora os cientistas não encontraram nenhum sinal concreto de sua existência. Por maior que fossem os aceleradores de partículas, o Higgs continuava ocultando sua existência. Agora, com a nova jóia da ciência européia, ele não terá mais onde se esconder.

Com uma potência nunca antes vista num acelerador, o LHC quase com certeza encontrará o bóson de Higgs. Ou coisa que o valha.

“Ninguém duvida que a idéia que está por trás do bóson de Higgs esteja correta”, afirma Adriano Natale, físico da Unesp (Universidade Estadual Paulista). “Se o bóson de Higgs, exatamente como foi proposto, não for encontrado, aparecerão outros sinais — partículas — que indicarão o novo caminho a ser seguido. Podemos não achar o bóson de Higgs, mas, seja qual for a física que está por trás, algo vai aparecer, e este algo pode até levar a uma nova revolução na física.”

Aliás, a física bem que anda precisando de uma “nova revolução”.

Em busca da unificação

Hoje, o entendimento do mundo físico se assenta sobre dois pilares. De um lado, há a física quântica, base para todo o modelo padrão da física de partículas. De outro lado, há a teoria da relatividade geral, que explica como funciona a gravidade.

Até aí, tudo certo. Temos duas teorias, cada uma regendo seu próprio domínio de ação, e ambas funcionam muito bem, obrigado, na hora de prever os fenômenos. Qual é o problema? O dilema surge porque há circunstâncias muito especiais no universo que exigem o uso das duas teorias ao mesmo tempo. Aliás, o próprio nascimento do cosmo só pode ser explicado juntando as duas teorias. E aí é que a porca torce o rabo: as equações da relatividade e da física quântica não fazem sentidos, quando usadas juntas para resolver um problema. Começam a aparecer cálculos insolúveis e resultados infinitos — sintomas de que há algo muito errado em uma das duas teorias, ou até em ambas.

Por isso, os cientistas têm uma esperança muito grande de que exista uma teoria maior, mais poderosa, que incluísse tanto o modelo padrão como a relatividade num único conjunto coeso de equações. Só essa nova teoria “de tudo” poderia realmente acabar com os mistérios remanescentes no universo.

A badalada hipótese das supercordas — que prevê que as partículas elementares na verdade seriam cordas estupidamente minúsculas vibrando num espaço com dez dimensões — é hoje a principal candidata a assumir essa função de teoria de tudo.

Só que, até o momento, seus defensores não conseguiram apresentar nenhuma evidência real de que essa maluquice de supercordas e dimensões extra realmente exista. Suas esperanças estarão agora depositadas no LHC. É possível — mas não muito provável — que ele atinja um nível de energia suficiente para revelar a existência de novas dimensões, além das três que costumamos vivenciar no cotidiano.

E, ainda que não chegue lá, o LHC tem boas chances de produzir objetos que emergem diretamente da interação entre a gravidade e o mundo quântico, como miniburacos negros. “Esses possíveis objetos transcendem a relatividade real. Suas propriedades podem dar informações seobre regimes em que a relatividade geral não é mais válida, como, por exemplo, o regime da gravitação quântica”, diz Alberto Saa, pesquisador da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

Cern

Simulação de como apareceria um miniburaco negro no detector Atlas, do LHC (Foto: Cern)

O acelerador do medo

Ei, mas peraí. Miniburacos negros? Mas os buracos negros não são aqueles objetos terríveis que existem nas profundezas do espaço, engolindo tudo que está ao seu redor, até mesmo a luz? Será que é uma boa idéia criar um miniburaco negro no subsolo terrestre?

A imensa maioria dos físicos diz que não haverá perigo algum. “Esses possíveis buracos negros são microscópicos”, diz Saa. “Uma vez criados, seriam quase imediatamente destruídos, espalhando diversas partículas com padrões muito peculiares. A imagem do buraco negro faminto, devorando impiedosamente tudo ao seu redor, se aplica apenas aos buracos negros astrofísicos, nunca a buracos negros microscópicos.”

Embora os miniburacos negros pareçam ser inofensivos, há uma outra hipótese um pouco mais ameaçadora.

Os vilões dessa vez são chamados de “strangelets”. Seriam partículas de um tipo exótico de matéria que não existe normalmente. O problema é que a teoria diz que, se um strangelet conseguisse tocar o núcleo de um átomo convencional, o átomo seria convertido em strangelet. Ou seja, se o LHC produzir strangelets, alguns físicos dizem que eles poderiam interagir com a matéria normal da Terra e iniciar uma reação em cadeia que consumiria o planeta inteiro.

Muitos e muitos estudos dizem que isso não vai acontecer. Mas como decidir o que fazer, se o risco, embora baixíssimo, envolve a destruição da Terra? Sir Martin Rees, o astrônomo real britânico, escreveu um livro inteiro (“Hora Final”, ou “Our Final Hour”, no original) para alertar sobre experimentos como esse, que, embora com uma probabilidade muito baixa, têm chance de causar resultados catastróficos.

Por isso, há quem esteja muito preocupado. Mas a verdade é que o universo produz eventos muito mais agressivos que o LHC, com supernovas, buracos negros e tudo mais, e ainda estamos aqui para estudá-los e compreendê-los.

A dúvida sobre os perigos do LHC não durará muito. Nesta quarta, ele receberá seu primeiro feixe de prótons. Em breve, serão iniciadas as primeiras colisões com objetivos científicos. E aí, ou os rumores sobre a destruição do mundo se mostrarão completamente infundados, ou ninguém estará aqui para dizer que tinha razão.

Por um punhado de euros

Descartando quaisquer riscos, os cientistas envolvidos com o LHC estão empolgadíssimos. Não é todo dia que se consegue convencer o mundo a investir mais de 3 bilhões de euros em pesquisa básica.

“Esta é uma colaboração internacional a um nível que não temos nas demais atividades humanas”, diz Adriano Natale. “Uma congregação de países e pessoas para a qual é muito difícil atribuir um valor, mas se formos totalmente calculistas, nós temos de contabilizar todo o desenvolvimento tecnológico realizado no Cern, o laboratório que gere o LHC. Temos grandes supercondutores, temos computação sendo desenvolvida para a análise dos resultados etc. O desenvolvimento em computação que o LHC vai gerar certamente irá impactar no desenvolvimento mundial no futuro próximo. E o valor é pequeno, se consideramos o que está sendo gasto em armamentos e em guerras.”

Fonte: G1

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