Arquivo do mês: julho 2009

Anatel autoriza venda do novo iPhone no Brasil

Operadoras de telefonia móvel não divulgam data de lançamento no país.
Aparelho já comercializado nos EUA é mais rápido que antecessor.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) concedeu, nesta quarta-feira (29), a homologação para a venda do celular iPhone 3GS, da Apple, no Brasil. Segundo a empresa, a nova geração do telefone multimídia — lançada em junho nos EUA — é duas vezes mais rápida que seu antecessor, o iPhone 3G.

Agora, a chegada do modelo ao consumidor brasileiro depende das operadoras. Quando a Apple anunciou a novidade, prometeu o lançamento no Brasil e em outros países para agosto. Procuradas pelo G1, no entanto, Claro, Vivo e Tim não confirmaram a data de lançamento.

Foto: Divulgação/Apple

Operadoras de telefonia móvel não divulgam data de lançamento do novo modelo no país.  (Foto: Divulgação/Apple)

Ainda não se sabe o preço dos novos aparelhos no mercado brasileiro. Nos EUA, o 3GS custa entre US$ 199 e US$ 299 (16 GB e 32 GB, respectivamente). No Brasil, o modelo 3G chegou oficialmente às lojas em setembro do ano passado, formando filas nas portas das lojas.
A capacidade de transmissão de dados do novo aparelho é de até 7,2 Mbps (megabits por segundo), contra 3,6 Mbps do iPhone 3G. A câmera do aparelho terá 3 megapixels e capacidade para gravar vídeos. O smartphone também ganhou novo processador e é capaz de carregar programas em metade do tempo de seu antecessor.
Além de fazer ligações via comando de voz, os usuários poderão controlar o iTunes apenas com a fala. O aparelho tem uma bússola digital integrada, para facilitar a localização dos usuários em mapas.

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Fonte: G1

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Mãe de Jackson ganha custódia de netos, diz advogado

Debbie Rowe, mãe de dois dos filhos do cantor, terá direito à visitação.
Katherine Jackson chegou a acordo com Rowe.

Foto: AP

AP
Katherine Jackson, mãe de Michael Jackson. (Foto: AP)

A mãe de Michael Jackson, Katherine, receberá a custódia dos três filhos deixados pelo cantor, graças a um acordo com a ex-mulher dele, Debbie Rowe, disse um advogado na quinta-feira ao canal CBS News.

Rowe terá “direitos significativos de visitação” em relação a seus dois filhos com Jackson – Prince Michael, de 12 anos, e Paris, 11 -, segundo as redes CBS, ABC e NBC.

A mãe biológica do terceiro filho do cantor, Prince Michael II, de 7 anos, nunca foi revelada.

Katherine Jackson, 79 anos, havia recebido a custódia temporária das crianças depois da morte do cantor, em 25 de junho.

“É um acordo, um acordo pelos melhores interesses das crianças. Não se trata de um acordo monetário. Não se trata de dinheiro”, disse Londell McMillan, advogado de Katherine Jackson, em entrevista à CBS News.

“Todas as partes estão resolvidas. Não há uma situação melhor para estas crianças do que serem criadas sob os amorosos cuidados da sra. Katherine Jackson”, disse ele.

Audiência

Uma audiência judicial sobre a custódia das crianças está marcada para segunda-feira (3) em Los Angeles. Em um testamento de 2002, Jackson manifestava o desejo de que sua mãe cuidasse de seus filhos caso ele morresse.

O espólio dele, avaliado em US$ 500 milhões num anexo ao testamento, será confiado a um fundo familiar que beneficiará seus filhos, sua mãe e entidades beneficentes.

“Esse espólio vale, pelas minhas estimativas, uns US$ 2 bilhões”, disse McMillan, já considerando potenciais rendimentos. “Vocês ouvem falar em US$ 500 milhões. Não comprem isso.”

A laudo dos legistas sobre a causa da morte do astro pop ainda aguarda os resultados de exames, inclusive toxicológicos. Não foram divulgados detalhes sobre o sepultamento.

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Fonte: G1

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Médico desceu escadas gritando, diz cozinheira de Michael Jackson

‘Vá buscar Prince!’, teria dito Conrad Murray à chef do cantor.
Em entrevista, ela revela como foram os últimos instantes na casa.

Kai Chase, cozinheira particular de Michael Jackson (Foto: Nick Ut/AP)

A cozinheira particular de Michael Jackson disse nesta terça-feira (28) em entrevista à Associated Press que sentiu que algo estava errado quando, na manhã do dia da morte do cantor, não viu o médico Conrad Murray descer as escadas para buscar sucos e granola que ele levava regularmente ao Rei do Pop como café da manhã.

“Eu pensei: ‘talvez o Sr. Jackson esteja dormindo até tarde'”, lembra Kai Chase, uma chef contratada para manter a dieta alimentar saudável de Michael Jackson e prepará-lo para a série de shows que faria em Londres.

Cobertura completa: Jackson morre
“Comecei a preparar o almoço e então vi no meu telefone celular que já era meio-dia. Por volta das 12h05 ou 12h10, o Dr. Murray desce correndo a escada e grita: ‘Vá buscar Prince!’ Ele estava gritando muito alto. Eu vou até o quartinho onde as crianças estavam brincando. Prince [filho mais velho de Michael] corre para encontrar o Dr. Murray e dali em diante você podia sentir a energia na casa mudando”, recorda a cozinheira.

A ligação da casa de Jackson para o serviço de emergência foi feita às 12h21, horário de Los Angeles, por uma pessoa que ainda não foi identificada mas que estaria na companhia de Murray. Os paramédicos teriam chegado cerca de 3 minutos depois.

“Eu caminhei até o hall e vi as crianças lá. A filha [Paris] estava chorando. Eu vi os paramédicos subirem correndo a escada”, diz Chase.

Àquela altura, diz a cozinheira, o pequeno grupo que se reunia ali – as crianças, a babá, uma empregada e Chase – se deu as mãos e começou a rezar. “Nós orávamos, ‘ajude o Sr. Jackson a ficar bem'”, lembra. “E então todos ficaram quietos.”

Ela afirma que, por volta das 13h30, seguranças disseram a ela e outros funcionários que deixassem a residência porque “o Sr. Jackson está sendo levado ao hospital”. Quando saiu, diz ela, ambulâncias estavam no jardim e uma aglomeração havia se formado.

Comida saudável

Chase, 37, que já cozinhou para outras celebridades como a cantora Macie Gray e o ator Jamie Foxx, foi contratada por Michael Jackson em março, dispensada em maio, e retornou ao trabalho em 2 de junho. Ela diz que foi entrevistada para o trabalho pelos três filhos do cantor.

“Eu fui à casa e as primeiras pessoas que conheci foram as crianças. Eles começaram a me entrevistar e disseram: ‘nós gostamos de comida saudável’.”

Além da granola, sucos e leite de amêndoa para o café da manhã, o cardápio das refeições preparados por Chase incluía itens como salada de espinafre, frango e atum. Após semanas preparando pratos saudáveis, a chef lembra que sugeriu a Jackson uma mudança: pratos mais suculentos aos sábados, como churrasco de frango ou comida mexicana. Chase conta que o cantor adorou a ideia, mas quando a série de shows se aproximava, voltou com rigor à dieta saudável. “Ele disse: ‘sou um dançarino’, e queria comidas que não o fizessem travar enquanto estivesse dançando”, explica.
Agora apegada a família, a cozinheira diz que Jackson a encorajava a publicar um livro de receitas e que ela, de fato, escreveu um intitulado “Fit for a King” (algo como “sob medida para um rei”). O material inclui receitas preparadas para Jackson e o relato do tempo em que passou com ele.

O cardiologista Conrad Murray, médico particular de Michael Jackson (Foto: AP)

Tanques de oxigênio
Na entrevista à AP, a cozinheira Kai Chase revelou também que estava acostumada a ver o médico particular de Jackson, Conrad Murray, entrar e sair da mansão. Ele geralmente chegava por volta das 21h ou 21h30, diz ela, e subia as escadas até o quarto do cantor. Chase afirma que não via ele sair antes que ela fosse embora – às vezes tarde da noite -, e imaginava que ele fosse passar a noite lá.

Pela manhã, quando ela chegava para trabalhar, a cozinheira diz que costumava ver o médico descendo as escadas com tanques de oxigênio, um em cada braço. Chase afirma que nunca questionou o propósito daquilo e que nunca percebeu nenhum sinal de que Jackson estivesse dopado ou com a saúde abalada.

No início da semana, um policial falando em anonimato disse à AP, que investigadores encontraram 18 tanques de oxigênio na casa do cantor – três dos quais estavam em seu quarto, no dia de sua morte, ao lado de um equipamento para aplicação de tratamento intravenal.

O mesmo policial afirma que Murray injetava regularmente um poderoso anestésico – o Propofol – para fazer Jackson dormir. O medicamento teria sido aplicado na última noite de vida do Rei do Pop, e, ainda de acordo com a fonte, é visto pelos investigadores como um dos prováveis responsáveis pela parada cardíaca sofrida pelo cantor.

Na terça, autoridades revistaram a casa de Murray em Las Vegas. Documentos judiciais apontam o médico particular de Jackson como investigado por homicídio sem intenção de matar. O advogado de Murray, Edward Chernoff, já disse que o médico não receitou ou administrou nada que pudesse ter matado Jackson.

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Fonte: G1

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Morte de Jackson marcou dia mais triste na Internet, diz estudo

Estudo monitorou frases de status de blogs.
Eleição nos EUA foi o dia mais feliz no país.

Foto: AP

AP
Michael Jackson em show da turnê ‘Dangerous’ em agosto de 1993. (Foto: AP)

É possível dizer o quanto estamos felizes? Sim, de acordo com cientistas norte-americanos que inventaram uma maneira de medir a felicidade de milhões de blogueiros e descobriram que a morte de Michael Jackson foi um dos dias mais tristes, enquanto a eleição dos Estados Unidos foi o dia mais feliz em quatro anos.

Peter Dodds e Chris Danforth, um matemático e um cientista do Centro Avançado de Computação na Universidade de Vermont, criaram um “sensor” para monitorar 2,3 milhões de blogs e reunir frases que começassem com “eu sinto” ou “estou sentindo”. Cada frase recebia, então, uma pontuação de felicidade desde 1 ponto até 9, dependendo de um sistema de pontos fixados a 1.034 palavras. Por exemplo, “vitorioso” marca 8,87 pontos, “paraíso” 8,72, e “suicídio”, 1,25.

Eles disseram que esse “medidor de felicidade” mostrou que o dia da eleição norte-americana, em novembro do ano passado, foi o dia mais feliz em quatro anos com um pico na palavra “orgulhoso”, enquanto o dia da morte do “Rei do Pop” foi o mais triste.

“A proliferação da assinatura pessoal online, como a dos blogs, nos dá a oportunidade de medir os níveis emocionais em tempo real”, disseram em um artigo intitulado “Medindo a felicidade de expressões escritas em grande escala: músicas, blogs e presidentes”.

10 milhões de frases

O estudo dos cientistas, divulgado esta semana no Journal of Happiness Studies, envolveu a reunião de cerca de 10 milhões de frases.

“Nosso método é apenas aplicável a textos de grande escala, como os que estão disponíveis na Internet. Qualquer frase solta não poderia mostrar muito. Há muita variabilidade em expressões individuais”, disse Dodds.

Os cientistas disseram ainda que os autores dos blogs tendem a ser mais jovens e mais educados do que a média, e representam amplamente a população norte-americana.

Além disso, os autores também escrevem em um ambiente neutro, onde se sentem confortáveis, ao contrário de outras pesquisas de felicidade, em que os participantes são colocados no foco da atenção.

“Eles pensam que estão se comunicando com amigos, mas (desde que os blogs são públicos), estão lendo sobre os ombros dos outros”, afirmou Danforth.

Adolescentes infelizes

Os pesquisadores disseram que seus resultados também contradizem dados recentes da ciência social que sugere que as pessoas sentem basicamente o mesmo em todas as etapas de sua vida.

O novo método indica que os adolescentes jovens são mais infelizes com um uso desproporcional de palavras como “doente”, “ódio”, “estúpido”, “triste”, “deprimido”, “entediado”, “solitário”, “louco” e “gordo”. E então, as pessoas se sentem mais felizes até chegar a velhice, quando a felicidade diminui.

Mas os cientistas disseram que era impossível saber exatamente o que ocorre na cabeça das pessoas.

“Nosso estudo é uma exploração de dados”, disse Danforth. “Não é sobre o desenvolvimento de uma teoria”, acrescentou.

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Fonte: G1

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Vaga de zumbi atrai 200 pessoas em Londres

Candidatos devem ser extrovertidos e ter vontade de divertir as pessoas.
Salário é de 30 mil libras por ano, segundo o jornal ‘Evening Standard’.

A crise afetou tanto o mercado de trabalho do Reino Unido que qualquer vaga passou a ser disputada com afinco no país, como no caso da oferta para se transformar em um morto-vivo, um emprego pouco convencional, mas que atraiu 200 pessoas em Londres.

Foto: Stephen Hird/Reuters

Candidatos à vaga de zumbi, que é oferecida pela London Bridge. (Foto: Stephen Hird/Reuters)

O posto de trabalho foi criado pela London Bridge, uma das principais atrações turísticas da capital britânica que procura agora “zumbis…vivos ou mortos”.

O salário é de 30 mil libras anuais (34.500 euros) e o eleito passará os dias “assustando os visitantes” nas “horríveis catacumbas” que há debaixo da ponte, segundo o anúncio publicado pela London Bridge.

A atração turística é a que mais zumbis emprega em toda a cidade –dúzias–, mas em convocações anteriores só tinha conseguido atrair 50 candidatos em média, um quarto dos interessados agora.

O responsável da contratação deste novo morto-vivo, James Kislingbury, explicou ao “Evening Standard” que os candidatos devem “ser extrovertidos, ter vontade de divertir as pessoas e estar em forma”.

Esta última condição é exigida porque os zumbis da London Bridge têm que “perseguir as pessoas por aí, às vezes com uma moto-serra”, o que obriga a cumprir certos requisitos físicos básicos.

Kislingbury destacou que apesar do que possa parecer, os atores profissionais não têm por que ser os melhores zumbis, já que “estão mais acostumados a recitar suas falas ao público do que a interagir com o público e assustá-lo o máximo possível”.

Foto: Stephen Hird/Reuters

200 pessoas se candidataram à vaga de zumbi. (Foto: Stephen Hird/Reuters)

Foto: Stephen Hird/Reuters

Candidatos posam para fotos na London Bridge. (Foto: Stephen Hird/Reuters)

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Fonte: G1

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Polícia revista casa de médico de Michael Jackson

Conrad Murray é suspeito de ter administrado anestésico em cantor.
Escritórios do médico foram revistados na semana passada.

Dr. Conrad Murray, médico particular de Michael Jackson (Foto: AP)

A polícia de Las Vegas, acompanhada de agentes federais, revista a casa do médico particular de Michael Jackson, Conrad Murray, nesta terça-feira (28), informa a imprensa local. Na segunda-feira (27) o médico foi apontado por um policial como o responsável por ter administrado o anestésico Propofol. De acordo com o policial, entrevistado em condição de anonimato pela Associated Press, Jackson recebia regularmente o anestésico para dormir, como uma espécie de “relógio despertador”.

Murray aparece identificado em documentos da Justiça como alvo de investigação por homicídio não premeditado. Seu consultório e um depósito em Houston foram revistados pela polícia na semana passada, mas as autoridades dizem que Murray está cooperando e que não o tratam como suspeito.

O advogado de Murray, Edward Chernoff, disse que o médico não receitou ou administrou nada que pudesse ter matado Jackson. Murray se tornou médico particular de Michael Jackson em maio e deveria acompanhá-lo na série de shows que faria em Londres a partir deste mês.

Murray morava na casa de Jackson e estava junto com o cantor quando ele morreu em 25 de junho.

Não está claro quanto quanto tempo levou até que alguém na casa do astro chamasse os paramédicos, ainda que o advogado de Murray tenha dito que foi cerca de meia hora. O resgate chegou cerca de 3 minutos depois que a ligação de emergência foi feita, e os paramédicos tentaram reavivar o cantor por outros 42 minutos antes de colocá-lo na ambulância e levá-lo ao Centro Médica da UCLA, onde foi pronunciado morto.

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Fonte: G1

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Michael Jackson tomou dose de Propofol em sua última noite, diz policial

Anestésico potente era administrado por médico particular do astro.
Polícia acredita que medicamento tenha causado parada cardíaca.

Conrad Murray, médico particular de Michael Jackson (Foto: Houston Chronicle/AP)

O médico particular de Michael Jackson aplicava um anestésico potente para ajudá-lo a dormir, e autoridades acreditam que o medicamento tenha provocado a morte do cantor, disse um policial à agência de notícias Associated Press nesta segunda (27).

O policial, que tem acesso às investigações e falou na condição de anonimato, revelou que o doutor Conrad Murray deu a Jackson o remédio na noite anterior à sua morte. De acordo com o policial, Jackson recebia regularmente o anestésico Propofol para dormir, como uma espécie de “relógio despertador”.

Um médico aplicava o medicamento quando o cantor ia dormir e depois encerrava a aplicação intravenosa quando ele queria acordar, disse a fonte. A última dose teria sido aplicada pouco depois da meia-noite de 25 de junho, dia em que Michael Jackson morreu.

Ainda que os resultados dos exames toxicológicos estejam pendentes, investigadores trabalham com a teoria de que o Propofol causou a parada cardíaca que matou o Rei do Pop.

Segundo o policial, Jackson estaria usando o medicamento havia dois anos, mas não estaria claro para os investigadores quantos outros médicos teriam lhe aplicado o anestésico.

Médico investigado

Murray aparece identificado em documentos da Justiça como alvo de investigação por homicídio não premeditado. Seu consultório e um depósito em Houston foram revistados pela polícia na semana passada, mas as autoridades dizem que Murray está cooperando e que não o tratam como suspeito.

O advogado de Murray, Edward Chernoff, disse que o médico não receitou ou administrou nada que pudesse ter matado Jackson. Murray se tornou médico particular de Michael Jackson em maio e deveria acompanhá-lo na série de shows que faria em Londres a partir deste mês.

Murray morava na casa de Jackson e estava junto com o cantor quando ele morreu em 25 de junho.

Não está claro quanto quanto tempo levou até que alguém na casa do astro chamasse os paramédicos, ainda que o advogado de Murray tenha dito que foi cerca de meia hora. O resgate chegou cerca de 3 minutos depois que a ligação de emergência foi feita, e os paramédicos tentaram reavivar o cantor por outros 42 minutos antes de colocá-lo na ambulância e levá-lo ao Centro Médica da UCLA, onde foi pronunciado morto.

Site TMZ divulga documento que seria o atestado de óbito de Michael Jackson (Foto: Reprodução/TMZ)

Tanques de oxigênio pela casa

O policial também deu descrições do estado do interior da mansão que era alugada por Michael Jackson. No momento em que a polícia chegou ao local, o quarto onde o cantor dormia estava repleto de tanques de oxigênio e continha um equipamento para aplicação de tratamento intravenal. Outro quarto estava bagunçado, com roupas e outros itens espalhados e recados escritos a mão colados na parede. Um deles dizia: “crianças são doces e inocentes”. Uma boneca de porcelana com um vestido foi encontrada sobre o cobertor da cama onde o cantor dormia.

A temperatura na casa estava extremamente quente, com lareiras a gás e o sistema de aquecimento ligado no máximo porque Jackson sempre reclamava de estar com frio, disse o policial.

A polícia também encontrou Propofol e outros medicamentos na casa. Três tanques de oxigênio estavam no quarto do cantor, e outros 15 estavam no quarto do segurança.

Imperícia médica

O Propofol pode desacelerar a respiração e baixar os batimentos cardíacos e a pressão sanguínea. Por causa dos riscos, o Propofol só deve ser aplicado em ambiente médico por pessoas treinadas. Instruções na bula do remédio alertam que os pacientes devem ser constantemente monitorados e que aparelhos para manter a respiração, se necessários, “deve estar imediatamente disponíveis”.

Zeev Kain, chefe do departamento de anestesia da Universidade da Califórnia, afirmou que nunca encontrou uma situação em que Propofol tenha sido dado em casa para o paciente dormir. Tal prática, diz, seria considerada uma imperícia.

A enfermeira Cherilyn Lee, que trabalhou como nutricionista de Jackson no início do ano, disse que ele reclamava de insônia e lhe pediu repetidas vezes por Diprivan – nome da versão comercial do Propofol. Lee afirmou que o alertou sobre os perigos do medicamento e que negou seus pedidos.

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Fonte: G1

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