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Novidades no blog Written World

Written World


Written World agora no Twitter e Orkut

O blog The Written World tem 2 novidades para todos os internautas que visitam a página, agora todos poderam acompanhar o blog pelo Twitter, o microblog de maior sucesso da internet, e também pela comunidade no orkut, onde poderam sugerir matérias a serem postadas, além de críticas e sugestões,lembrando que nessa última semana estamos enfatizando todas as notícias relacionadas a morte do Rei do Pop Michael Jackson.
Twitter:
http://twitter.com/writtenworld

Comunidade no Orkut:
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=91680445

Espero a participação de todos vocês 😉

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O dia em que Michael Jackson abalou a internet

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Michael Jackson morreu aos 50 anos. Se você estava ligado na internet dia 25/06 enquanto surgiam as primeiras notícias, viveu um momento histórico. E triste, porque Michael pode ser considerado um dos últimos gênios da música e do show business. Não dá para dizer que Michael derrubou a internet. Mas, digamos, foi um abalo sísmico de proporções inéditas. A internet inteira ficou lenta. Até o Google sofreu. Vamos aos fatos:

Twitter

O site de fofocas TMZ foi o primeiro a dar a notícia de sua morte, mas foi o Twitter – sempre ele, já está ficando chato – que deu proporções planetárias ao bafafá. Mais de uma hora depois do falatório, os sites de agências de notícias começaram a confirmar a notícia em suas páginas iniciais. Por que os sites de notícia são espelhos da “mídia velha” na internet, lentos e fora de sintonia com a web? Não! Porque eles fazem jornalismo e existe nessa ciência o fator “compromisso com a verdade”. Só puderam dar a notícia oficial quando ela foi confirmada. Não foi assim com os tablóides digitais de fofoca como o TMZ e com os usuários do Twitter em geral (com exceções honrosas). Abaixo, a nuvem de palavras-chave mais faladas na ferramenta de microblogging.

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Para se ter uma idéia, no meio de toda a confusão de ontem, foi anunciado no Twitter que o ator Jeff Goldblum também teria morrido. Apesar de ele ter sofrido um acidente no set de filmagens de um filme, continua vivo. O também ator Kevin Spacey usou a mesma ferramenta para alertar sobre o engano: “Jeff está vivo e bem. Acabo de falar com seu empresário. Parem com estes estúpidos rumores”. Muita calma nessa hora, tuiteiros…

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Com todas essas ressalvas importantes, palmas para o Twitter. Continua no posto de termômetro do que é dito na internet (o que cada vez mais significa “o que é dito no mundo”). Duvido que perca essa posição. O que Michael fez no Twitter talvez só seja repetido se algo de muito ruim acontecer com Paul McCartney ou Madonna (bate na madeira três vezes). Michael Jackson foi o tema de 30% de tudo falado por lá. As eleições no Irã, por exemplo, último buzz na rede, chegou apenas a picos de 5%.

Sites de notícia

Depois da fofoca e do Twitter, foi a vez dos sites de notícias. Como era de se esperar, Michael Jackson tomou conta de todos eles, como mostra a pesquisa sensacional do Tiago Dória. Alguns exemplos recolhidos por ele, abaixo.

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Vídeos

As primeiras lágrimas foram derramadas entre os olhos e a tela do computador. Na tela, vídeos do cantor, que inventou o que conhecemos hoje por clipe de música. Abaixo, a tela de vídeos mais vistos do Viral Vídeo Chart, que mede a popularidade pela quantidade de vezes que os vídeos foram postados em blogs nas últimas horas.

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Do primeiro ao décimo quarto, são todos dele. Depois vem um clipe da cantora Pink. E mais Michael. Abaixo, o mais visto: Thriller. Acumula 60 milhões de visualizações.

Wikipédia (Update)

Na enciclopédia coletiva online houve uma corrida na tarde de ontem para editar a página dedicada a Michael Jackson. Muitos tentavam incluir sua morte, mas os editores oficiais da Wikipédia apagavam, fazendo comentários como “Ele não está morto” e “Parem, por favor”. Houve também algumas mudanças sutis, como colocar “foi um artista” em vez de “é um artista” e dar 25 de junho de 2009 como a data da morte, logo após a data de seu nascimento.

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A página de edição entrou em colapso e a direção da Wikipédia decidiu tirá-la do ar por seis horas, até que as notícias fossem confirmadas. Hoje, já era possível ler o registro da morte feito.

Vendas disparam

Nos sites de venda de filmes e discos na internet, só deu Michael Jackson. O maior exemplo é a Amazon. Abaixo, as listas de mais vendidos em 24 horas, filmes (esquerda) e música (direita).

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Homenagens

Foram incontáveis as homenagens em sites, blogs e nas mídias sociais. Um inglês marcou uma mobilização engraçada para hoje, em uma estação de trens em Liverpol. Segundo o convite, abaixo, todo mundo fará ao mesmo tempo o Moonwalk, passo criado e imortalizado pelo rei do pop.

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Se você está perto de lá e não tem talento para a dança, aqui está um vídeo ensinando a fazer bonito. Assim que o vídeo da manifestação for para o YouTube, coloco aqui.


O site Craziest Gadgets fez sua homenagem postando os objetos mais estranhos com o tema “Michael Jackson”. Entre os exemplos estão um radinho FM do astro…

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… e um jogo de tabuleiro dele e de seus irmãos.

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Mas a mais criativa, a meu ver, pode parecer uma brincadeira de mau gosto. Mas não é. É uma homenagem singela, sobre um dos joguinhos mais famosos do começo dos anos 90. Com vocês, a imagem inédita do momento da morte de Michael Jackson, como todos os fãs dele gostariam de imaginar:

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Fonte: Bombou na Web

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Na busca por emprego, Orkut pode ser a pedra no caminho

Ana Cláudia Maffra, diretora de RH da consultoria Equipe Certa, fala sobre como o funcionário deve se comportar na internet para não ter seu emprego ameaçado - foto: Luis Alvarenga / Extra

‘Eu trabalho com gente chata’, ‘Chefe saiu = MSN, Orkut’, ‘Eu faço sexo no trabalho’, ‘Eu durmo no trabalho’. Se você faz parte de comunidades como essas e está à procura de emprego, é bom mudar de estratégia. O perfil do site de relacionamentos Orkut informa muito sobre o comportamento e a personalidade dos candidatos e virou uma fonte preciosa de informação para os recrutadores.

No fim do ano passado, uma pesquisa do site internacional CareerBuilder.com, feita com 3.169 executivos da área de Recursos Humanos, mostrou que um em cada cinco empregadores investiga a vida dos candidatos em sites de relacionamento. E um terço desses ‘detetives’ descarta concorrentes com base naquilo que descobre.

– A tendência é a de que as empresas passem a fazer uma busca pelo nome do candidato na internet como um todo, não somente nas redes sociais – prevê a diretora da consultoria de RH Equipe Certa, Ana Carolina Maffra.

A tendência é a de que as empresas passem a fazer uma busca pelo nome do candidato na internet como um todo, não somente nas redes sociais


A consultora da empresa Ribeiro & Brito Solange Ribeiro alerta que, em muitos casos, o jovem acaba mostrando na rede uma pessoa que não é:

– Conheço uma menina que é inteligente e responsável no trabalho. Mas, no site, se mostra em fotos sensuais. É essa imagem que ela vai passar para quem não a conhece.

Ana Carolina sugere que o candidato se coloque no papel do recrutador e analise sua página com olho clínico:

– É preciso ter coerência. Não dá é para uma pessoa interessada numa vaga de informática participar de uma comunidade ‘Eu odeio tecnologia’.

As consultoras Solange Ribeiro e Irani de Souza usam o orkut como ferramenta de trabalho para investigar candidatos - foto: Luis Alvarenga / Extra

Reputação virtual é importante

Na década de 1960, o sociólogo canadense Marshall McLuhan afirmava que uma organização baseada nas mídias eletrônicas levaria ao surgimento de uma ‘aldeia global’. Hoje, os habitantes desse território virtual devem, mais do que nunca, ficar atentos ao velho conselho que os pais do interior dão para as filhas: ‘cuidado com a reputação!’.

A distinção radical entre os perfis online e a vida corporativa pode, sim, prejudicar não só aqueles que procuram emprego, mas também os que já estão no mercado de trabalho.

– O internauta tem que pensar em si como se fosse uma empresa e avaliar se determinada exposição vai ou não afetar sua imagem – sugere a diretora da consultoria de RH Equipe Certa, Ana Carolina Maffra.

Para alertar seus funcionários sobre a importância da reputação online, a empresa Media Factory ministra um curso de ‘etiqueta virtual’.

– Eles usam ferramentas como o Messenger para falar com clientes. Por isso, devem ter foto e nickname (apelido) respeitáveis – diz o presidente da empresa, Leandro Kenski.

Ele aconselha que candidatos e empregados procurem seus nomes no site de buscas e analisem a informação que aparece:

– Ser achado é importante. Mas é preciso saber em que circunstâncias.

Irani anuncia vagas de emprego em seu perfil pessoal

Se tem gente que perde um emprego devido à má avaliação de seu perfil num site de relacionamentos, outros candidatos veem na ferramenta a possibilidade de conseguir uma chance. Além de dizer a todos os amigos que está à procura de uma recolocação no mercado e pedir indicações, o desempregado deve ficar atento às oportunidades oferecidas em comunidades de RH.

A consultora da empresa de seleção Ribeiro & Brito Irani de Souza aderiu ao uso da tecnologia e, em dois meses, já selecionou seis candidatos que entraram em contato com ela e enviaram seus currículos por meio de seu perfil pessoal no Orkut:

– Eu divulgo as vagas na minha página, e isso vira uma corrente. Mesmo que a pessoa que veja a mensagem não se interesse pela vaga, ela pode falar sobre a seleção a amigos.

Irani se diverte ao lembrar do encontro com os ‘candidatos virtuais’ nas etapas de um processo seletivo:

– As pessoas ficam me olhando de um jeito diferente, como se me conhecessem. Fico me sentindo uma artista.

Anonimato

Profissionais conservadores, que relutam em aderir à internet e preferem se manter anônimos na rede, podem perder oportunidades.

– A empresa que não tem um site na internet não é conhecida. O mesmo acontece com os profissionais – afirma a diretora da consultoria de RH Equipe Certa, Ana Carolina Maffra.

Ela alerta que, em determinadas áreas, se não há informação na rede sobre o candidato, isso pode indicar que ele não é experiente ou reconhecido no meio:

– No caso de quem trabalha como webdesigner ou com artes e comunicação, por exemplo, é preciso que o recrutador encontre blogs e trabalhos publicados do candidato.

Fonte: Extra.globo

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Orkut pode sair do País ou restringir acesso de brasileiros

O Orkut, rede de relacionamentos sociais na Internet criada e mantida pelo Google, pode fechar suas atividades no Brasil ou até limitar o acesso de internautas brasileiros, segundo o jornal Folha de S.Paulo. A informação partiu da sede da empresa em Mountain View, na Califórnia.

Envolvida em uma série de processos judiciais, a empresa pode tomar a medida caso não seja possível coibir excessos dos usuários brasileiros ou não se chegar a um acordo com a Justiça do país. Para a direção do Google, seja qual for o resultado da atual disputa jurídica, a imagem do site pode sair irremediavelmente arranhada no Brasil. O País responde por entre 80% e 90% do total de usuários do serviço que hoje é de cerca de 20 milhões.

A diretora jurídica do Google, Nicole Wong, disse que “nenhuma hipótese está descartada”. Em entrevista por telefone, a executiva afirmou também que a empresa “está muito feliz em prover esse serviço ao Brasil e gostaria muito de poder continuar a fazê-lo”, conforme a Folha de S.Paulo.

Foram abertos 52 pedidos de quebra de sigilo no Orkut até hoje. Em sua maioria, são casos de pedofilia e de crimes de racismo e ódio. A Google Inc. afirma ter atendido a todos os pedidos que lhe foram feitos corretamente até hoje, mas o jornal paulista apurou ainda que a resistência do Google em ceder seus dados – a menos que haja acordo com a Justiça norte-americana – por temer o uso político das informações. Como exemplos, são citadas autoridades da China e do Irã, que já solicitaram dados de pessoas consideradas dissidentes dos regimes.

Fonte: Tecnologia.terra

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Filial brasileira do Google vai assumir controle mundial do Orkut

Processo de transição do comando deve ser concluído em dois meses.
Diretor-presidente no Brasil passará a responder por Google de cinco países.

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Brasil concentra o maior número de usuários do Orkut. (Foto: Reprodução )


O processo já teve início e, no período de dois meses, o Google deve concluir a transferência do controle mundial do Orkut para a filial brasileira. Na prática, nada mudará para os internautas cadastrados no site de relacionamentos. Mas a empresa vê como vantajoso o fato de a rede social ser comandada diretamente no país onde o serviço tem o índice mais alto de adesão: dos 60 milhões de usuários, 54% dizem ser brasileiros.

Segundo Félix Ximenes, diretor de comunicação do Google Brasil, essa transferência é resultado da popularidade local do serviço e também da maturidade do time no país. A parte de engenharia continuará sendo dividida com a filial indiana, mas o controle geral do produto será exclusivo dos funcionários do Google local. Por aqui, a companhia tem dois escritórios: um em São Paulo e um em Belo Horizonte, onde funciona o centro de engenharia.

Essa não é a primeira vez que a empresa baseada nos Estados Unidos transfere para outro país o controle de um produto. Ximenes exemplifica, dizendo que o gerenciamento da ferramenta de mapas é dividido entre Austrália e Alemanha.

Outra mudança anunciada pela empresa é o fato de Alexandre Hohagen, diretor-presidente do Google Brasil, ter sido apontado como próximo diretor da América Latina. Com isso, a filial brasileira terá de encontrar um substituto para o executivo, que assumiu o controle das operações no país quando a empresa abriu seu escritório em São Paulo, em 2005. Hohagen passará a responder pelas filiais do Brasil, Argentina, México, Chile e Colômbia.

Denúncias

Em julho, Hohagen assinou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) entre a empresa e o Ministério Público Federal em São Paulo (MPF-SP). Por meio do termo, a empresa se comprometeu a adotar várias práticas contra a pedofilia no site de relacionamento Orkut.

A parceria visa colocar fim a uma batalha entre Justiça brasileira e Google, que já durava alguns anos. A empresa era acusada de se recusar a fornecer informações sobre usuários da rede social, dificultando assim as investigações relacionadas ao crime de pedofilia.

Além de adotar um filtro de imagens, que segundo a companhia reduz as imagens de pedofilia em 70%, a empresa alterou o prazo de armazenamento dos registros de acesso dos usuários brasileiros (de 30 dias para seis meses) e implementou uma solução para melhorar o processo de entrega de evidências de supostos crimes às autoridades.

Fonte: G1

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Orkut volta a funcionar

Serviço voltou a ser acessado pouco depois das 2h desta terça (22).
Rede esteve instável desde a tarde de segunda-feira (21) e saiu do ar.

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Página inicial do Orkut às 22h informava que site está fora do ar (Foto: Reprodução)

O site de relacionamentos Orkut voltou a funcionar na madrugada desta terça-feira (22), pouco depois das 2h. A assessoria do Google, proprietário do serviço, ainda não informou quais foram os problemas técnicos enfrentados e os motivos da pane.

O site saiu do ar nesta segunda-feira (21). Segundo informava a página inicial às 22h, o site estava “em manutenção temporária”.
De acordo com a assessoria do Google, tratava-se de uma manutenção para resolver problemas técnicos do site. A assessoria, no entanto, não informou a hora exata em que o site saiu do ar.

Nesta tarde, usuários tiveram dificuldades para acessar a rede. Alguns deles, ao se autenticar, eram redirecionados para um perfil diferente do inscrito. A empresa disse que não foi informada sobre o problema.

Fonte: G1

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Google cria página especial para acessar Orkut do celular

Serviço permite acesso a perfis e postagem de ‘scraps’.
Rede social do Google é a mais popular entre internautas brasileiros.

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Tela de acesso do Orkut para telefones celulares (Foto: Reprodução)

Sem alarde, o Google buscar lançou neste final de semana a versão para telefones celulares do site de relacionamentos Orkut buscar, o mais popular entre os internautas brasileiros.

Para acessar o Orkut, é preciso ter um telefone celular com acesso a internet. Basta, então, digitar o endereço m.orkut.com no browser do aparelho. Pela página, mais leve que o Orkut original, é possível verificar uma versão resumida dos perfis. Também é possível ver e enviar ‘scraps’.

As vantagens de se utilizar a versão para celulares do Orkut são velocidade e custo. Como o site é programado para a tela do aparelho telefônico, traz menos imagens e um código com menos informações. Desta forma, o aparelho baixa as páginas mais rapidamente. E, como as operadoras de celular cobram por quantidade de dados baixados, sai mais barato navegar pela nova versão, em comparação ao Orkut original.

Atualmente, 54% dos usuários do Orkut são brasileiros. O país responde por mais de 27 milhões de perfis postados no site. O número de pessoas cadastradas, no entanto, é desconhecido, já que há milhares de perfis falsos e cadastros duplicados.

Fonte:G1

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