Arquivo do mês: agosto 2009

Fãs em todo o mundo homenageiam Jackson no dia de seu aniversário

Rei do Pop faria 51 anos neste sábado (51).
Fãs de Michael Jackson se reúnem na França, Bulgária e Inglaterra.

Fãs ao redor do mundo se reuniram neste sábado (29) para homenagear o que seria o aniversário de 51 anos de idade do rei do pop Michael Jackson. Na França, Bulgária, Inglaterra e Rússia os admiradores do cantor, morto no dia 25 de junho por uma overdose de medicamentos , coreografaram passos de suas músicas, como “Beat It” e “Thriller”. Após as coreografias, os fãs se emocionaram com a perda do astro. De acordo com a família de Jackson, o enterro do cantor foi adiado para quinta-feira (3).

Foto: AFP

Fãs participam de homenagem a Michael Jackson em Paris (França) neste sábado (29), dia em que o cantor Michael Jackson faria 51 anos de idade. (Foto: AFP)

Leia também: Morte de Michael Jackson foi homicídio, diz IML de Los Angeles

Foto: AFP

Grupo ensaia um ‘moonwalk’ em homenagem ao Rei do Pop em Londres (Inglaterra), neste sábado (29). Michael Jackson morreu no dia 25 de junho de 2009. Um relatório oficial da polícia divulgado nesta sexta-feira (28) conclui que a morte do cantor foi um homicídio, e que Jackson sucumbiu a ‘intoxicação aguda de propofol’. (Foto: AFP)

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Fãs de Michael Jackson se reúnem em Sófia, capital da Bulgária. O enterro do cantor aconteceria neste sábado (29), mas a família decidiu transferir a data para a quinta-feira (3). (Foto: AFP)

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Fonte: G1

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Morte de Michael Jackson foi homicídio, diz IML de Los Angeles

Relatório alega que cantor sucumbiu a ‘intoxicação aguda de propofol’.
Médico particular ministrava anestésico para fazer Jackson dormir.

O cantor Michael Jackson, morto em junho deste ano. (Foto: Reuters)

O instituto médico legal da cidade de Los Angeles anunciou nesta sexta-feira (28) que a morte do cantor Michael Jackson foi classificada como “homicídio” (provocada pelas mãos de uma outra pessoa).

De acordo com relatório do legista da cidade, Jackson sucumbiu a “intoxicação aguda de propofol”. O propofol (também conhecido como diprivan) é um potente anestésico que o cantor vinha usando com a intenção de combater insônia.

O documento também fala em “efeito benzodiazepínico” – em referência a mistura com outros sedativos –  como “outras condições que contribuíram para a morte”.

“Os medicamentos Propofol e Lorazepam foram consideradas as principais drogas responsáveis pela morte do Sr. Jackson. Outras drogas detectadas foram: Midazolam, Diazepam, Lidocaína e Efedrina”, declara o IML.

Uma dose de propofol – de uso altamente controlado – foi aplicada pelo médico particular de Jackson, Dr. Conrad Murray, horas antes da morte do cantor, em 25 de junho. O cardiologista é alvo de investigação da polícia, teve sua residência revistada, mas até agora não teve sua prisão decretada.

Em nota, o departamento de polícia de Los Angeles afirmou que a investigação está em andamento e que caberá a promotores locais decidir se acusações serão feitas.

Familiares do cantor também divulgaram um comunicado comentando o anúncio. “A família Jackson novamente gostaria de congratular as ações do instituto forense, da polícia de Los Angeles e outras agências da lei, e espera o dia em que a justiça será feita”, diz a nota.

O anestésico porpofol, apontado pelos legistas como a substância que matou Michael Jackson. (Foto: Reuters)

Mistura fatal

Em depoimento à polícia, Murray afirmou que estaria preocupado com um suposto vício de Jackson em propofol. Na noite anterior à morte do cantor, o médico particular diz que tentou colocá-lo para dormir sem o propofol, usando, em vez disso, os sedativos diazepam, lorazepam e midazolam. Médicos afirmam que a combinação desses medicamentos é perigosa.

Como todos os remédios não conseguiram adormecer o astro e como Jackson, segundo ele, teria pedido a droga várias vezes, Murray teria finalmente ministrado 25 miligramas de propofol. Assim que o cantor dormiu, o médico deixou o quarto.

No mesmo depoimento, divugaldo nesta semana pelo jornal “Los Angeles Times”, Murray disse aos detetives que tratou o astro de insônia por cerca de seis semanas antes de sua morte. Ele estava dando a Michael Jackson 50 miligramas de propofol todas as noites por meio intravenoso, mas tentava livrar o cantor da dependência do anestésico.

Apesar disso, autoridades disseram não ter conseguido encontrar evidências de que Murray tenha comprado, pedido ou obtido a medicação com sua licença médica. No entanto, policiais encontraram cerca de oito frascos da droga na casa em que o cantor morreu, junto com outros medicamentos receitados por Dr. Murray, Dr. Arnold Klein e Dr. Allan Metzger.

Outras drogas confiscadas na busca policial incluem valium, tamsulosin, lorazepam, temazepam, clonazepam, trazodone e tizanidine. Os investigadores também encontraram propofol na bolsa de Murray. Ele disse aos detetives não ter sido o primeiro médico a dar o poderoso anestésico ao cantor e chegou a dizer que Jackson estava habituado aos medicamentos e que se referia a eles como seu ‘leitinho’.

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Pelo menos dois médicos não-identificados deram propofol a Michael Jackson na Alemanha. Entre março e abril de 2009, Murray disse que chamou de Las Vegas o médico David Adams a pedido do astro para que ele lhe desse o medicamento. Murray disse que ele estava no consultório de um cosmetologista quando Adams usou a substância para sedar o cantor.

Desde que começou a tratar Michael Jackson, Murray disse que perguntou ao popstar inúmeras vezes quem eram os médicos que tratavam dele e quais drogas eram prescritas. Mas o cantor se recusava a dar informações, disse Murray aos investigadores.

Aplicado em procedimentos cirúrgicos em hospitais, sempre com monitoramento contínuo dos sinais vitais do paciente, o propofol oferece riscos por causar uma curta parada respiratória. A medicação induz a um sono de hipnose por cerca de cinco a dez minutos e é usada como anestésico porque não causa mal estar e também atua como relaxante muscular e como um leve analgésico. Durante cirurgias, o remédio é administrado continuamente para manter o paciente apagado pelo tempo que for necessário.

No último dia 18, Conrad Murray divulgou um vídeo (veja acima) em que agradecia o apoio dos amigos. “Por favor, não se preocupem, enquanto eu tiver Deus no meu coração e vocês na minha vida, eu estarei bem. Eu fiz tudo que pude. Eu disse a verdade e eu tenho certeza de que a verdade prevalecerá. Deus os abençoe. E obrigado”, disse o cardiologista, que foi contratado pela produtora AEG Live para cuidar da saúde do cantor durante a série de shows que Jackson faria a partir de junho deste ano.

Ligação de emergência

Jackson morreu no dia 25 de junho, depois de ser resgatado de sua casa em Los  Angeles e levado ao hospital da cidade com quadro de parada respiratória.

A ligação da casa de Jackson para o serviço de emergência foi feita às 12h21, horário de Los Angeles, por uma pessoa que ainda não foi identificada mas que estaria na companhia de Murray. Os paramédicos teriam chegado cerca de 3 minutos depois. O cantor foi então levado de ambulância ao hospital da UCLA, onde foi declarado morto às 14h26.

Prince Michael, Blanket e Paris são confortados pelos tios no palco do funeral público de Michael Jackson(Foto: AP)

Um policial com acesso às investigações, revelou recentemente detalhes sobre o estado do interior da mansão em que Jackson foi resgatado. No momento em que a polícia chegou ao local, o quarto onde o cantor dormia estava repleto de tanques de oxigênio e continha um equipamento para aplicação de tratamento intravenal. Outro quarto estava bagunçado, com roupas e outros itens espalhados e recados escritos a mão colados na parede. Um deles dizia: “crianças são doces e inocentes”. Uma boneca de porcelana com um vestido foi encontrada sobre o cobertor da cama onde o cantor dormia.

A temperatura na casa estava extremamente quente, com lareiras a gás e o sistema de aquecimento ligado no máximo porque Jackson sempre reclamava de estar com frio, disse o policial.

A temperatura na casa estava extremamente quente, com lareiras a gás e o sistema de aquecimento ligado no máximo porque Jackson sempre reclamava de estar com frio, disse o policial.

Três tanques de oxigênio estavam no quarto do cantor, e outros 15 estavam no quarto de um segurança.

No dia 7 de julho, artistas como Stevie Wonder e Mariah Carey, além de astros do basquete, fãs e familiares do astro, se reuniram no Staples Center para uma cerimônia de despedida ao cantor.

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Veja fotos do funeral de Michael Jackson

O corpo de Jackson só deve ser enterrado no próximo dia 3 de setembro, no cemitério Forest Lawn Glendale, no condado de Los Angeles. Está previsto que o enterro consista em uma pequena cerimônia de caráter privado na Holly Terrace do grande mausoléu do cemitério que será limitada à família e amigos próximos.

O enterro foi postergado pela falta de acordo entre os familiares sobre onde sepultar o artista e pelo interesse de conservar o corpo para realizar novos testes em caso de ser necessário para a investigação.

O Rei do Pop completaria 51 anos neste sábado.

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Fonte: G1

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Michael Jackson tinha doses letais de anestésico no sangue

Dosagem extremamente alta de substâncias levou o rei do pop à morte.
Informações são de documentos policiais revelados nesta segunda (24).

Michael Jackson em setembro de 2001 em Nova York. (Foto: Reuters)

Michael Jackson tinha doses letais de anestésico no sangue quando morreu. De acordo com documentos policiais, foram encontradas altas doses de propofol no corpo do artista e isso causou a sua morte, segundo uma avaliação preliminar dos resultados dos exames toxicológicos feita pelo médico legista Dr. Sathyavagiswaran.

O rei do pop morreu no dia 25 de junho, aos 50 anos, na casa que alugava em Los Angeles, Califórnia.

“O chefe-médico legista de Los Angeles, Dr. Sathyavagiswaran, indicou que reviu os resultados toxicológicos preliminares e sua avaliação preliminar sobre a morte de Jackson indica que resultou de doses letais de propofol (diprivan)”, afirma o termo de um mandado de busca contra Conrad Murray expedido pela Califórnia.

O documento foi divulgado pelo condado de Harris, em Houston, onde Murray tem consultórios que foram alvo de uma operação de busca de provas em 22 de julho.

Segundo informações contidas no documento divulgadas nesta segunda (24) pelo “Los Angeles Times”, o médico do cantor, Conrad Murray, disse aos detetives que ele tratou o astro de insônia por cerca de seis semanas antes de sua morte. Ele estava dando a Michael Jackson 50 miligramas de propofol todas as noites por meio intravenoso.

Murray disse aos investigadores que temia que Jackson se tornasse viciado e começou a tentar afastar o astro das drogas. Ele então diminuiu a dosagem para 25 miligramas e passou a misturar propofol com outras duas substâncias sedativas, lorazepam e midazolam. Em 23 de junho, dois dias antes da morte do cantor, ele deu a Michael essas duas substâncias, sem o propofol.

Na manhã em que Jackson morreu, Murray tentou induzi-lo ao sono sem usar propofol, de acordo com o documento. Ele disse ter ministrado valium à 1h30 e, sem sucesso, deu a ele uma injeção de lorazepam às 2h. Às 3h, quando Michael ainda estava acordado, Murray ministrou uma dose de midazolam.

Ao longo das horas seguintes, Murray disse que deu a Jackson várias drogas até que, às 10h40, ele ministrou 25 miligramas de propofol depois de Jackson ter pedido a droga repetidamente.

Sem dormir

Murray assegurou que Michael Jackson tinha pedido reiteradamente que fosse aplicado esse anestésico. O artista então dormiu e o médico saiu para fazer algumas ligações telefônicas, segundo contou à polícia.

Ao voltar ao quarto, o cantor não respirava e Murray, então, começou a praticar a reanimação cardiopulmonar até a chegada do serviço de emergência. Michael foi levado ao hospital da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), onde foi dado como morto por volta das 14h (locais).

Apesar de Murray ter contado à polícia que ministrava propofol, autoridades disseram não ter conseguido encontrar evidências de que ele tenha comprado, pedido ou obtido a medicação com sua licença médica ou registro no DEA. No entanto, policiais encontraram cerca de oito frascos da droga na casa em que o cantor morreu, junto com outros medicamentos receitados por Dr. Murray, Dr. Arnold Klein e Dr. Allan Metzger.

Outras drogas confiscadas na bucas policial incluem valium, tamsulosin, lorazepam, temazepam, clonazepam, trazodone e tizanidine. Os investigadores também encontraram propofol na bolsa de Conrad Murray. Ele disse aos detetives não ter sido o primeiro médico a dar o poderoso anestésico ao cantor.

Pelo menos dois médicos não-identificados deram propofol a Michael Jackson na Alemanha. Entre março e abril de 2009, Murray disse que chamou de Las Vegas o médico David Adams a pedido do astro para que ele lhe desse o medicamento. Murray disse que ele estava no consultório de um cosmetologista quando Adams usou a substância para sedar o cantor.

Desde que começou a tratar Michael Jackson, Murray disse que perguntou ao popstar inúmeras vezes quem eram os médicos que tratavam dele e quais drogas eram prescritas. Mas o cantor se recusava a dar informações, disse Murray aos investigadores.

Marcas de agulhas

Ele contou ter notado marcas de agulhas nas mãos e nos pés do cantor. Quando perguntou a Jackson sobre elas, o artista rspondeu que tinha tomado um “coquetel” para ajudá-lo. Além de Murray, autoridades intimaram a comparecer em juízo os médicos Arnold Klein, Allan Metzger, David Adams e Mark Tadrissi. Eles também pediram registros do médico David Slavitt, que conduziu o exame em Jackson para o Anschuntz Entertainment Group, o médico Randy Rosen e a enfermeira Cherilyn Lee.

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Fonte: G1

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Mãe de Michael Jackson fica com a guarda permanente dos netos

Decisão foi tomada em audiência no Tribunal Superior de Los Angeles.
Katherine Jackson será responsável pelos três filhos do rei do pop.

Katherine Jackson, mãe de Michael Jackson. (Foto: AP)

A mãe de Michael Jackson, Katherine Jackson, ficará com a guarda permanente dos três filhos do rei do pop, segundo agências internacionais. A decisão foi divulgada em uma audiência realizada na tarde desta segunda-feira (3) no Tribunal Superior do condado de Los Angeles.


O juiz Mitchell Beckloff concedeu a Katherine, de 79 anos, a custódia legal de Prince Michael, de 12 anos, e Paris Michael, de 11 (ambos filhos biológicos de Debbie Rowe), e de Prince Michael II, de 7 anos.

Ela receberá uma mesada por seis meses, contando a partir da data da morte do astro, 25 de junho.

O juiz decidiu que a mãe de Michael receberá 83,5% do valor pedido por seus advogados para cuidar das crianças. A quantia não foi divulgada.

Katherine havia fechado um acordo com Debbie Rowe quanto à guarda dos filhos dela com o cantor. Em seu testamento, escrito em 2002, Michael Jackson havia expressado a vontade de que os filhos ficassem sob os cuidados da avó deles.

Além do direito de visita, Rowe não receberá mais dinheiro além do estipulado por contratos anteriores. Ela desistiu dos direitos sobre as crianças após o divórcio com Michael Jackson em 2000, mas tentou reavê-los em 2005.

O juiz decidiu também que a AEG, produtora dos shows que Michael Jackson faria em Londres, deverá apresentar uma cópia do contrato do cantor à mãe dele.

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Fonte: G1

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Jornal revela foto de Michael Jackson ao lado do filho ‘secreto’

Pai do cantor, Joe, disse em entrevista que Omer Bhatti é filho de Michael

Depois de Joe Jackson revelar em entrevista que Omer Bhatti seria filho legítimo de Michael Jackson, o jornal britânico “The Sun” publicou uma foto do menino ao lado do pai e Prince, primeiro filho registrado do cantor. Omer “Obee” Bhatti, um rapper norueguês de 25 anos seria o fruto da aventura de uma noite com Pia Bhatti, em 1983.

The Sun /Reprodução

Álbum de família: Prince, Michael Jackson e Omer

The Sun /Reprodução

Michael posa ao lado de Pia Bhatti e ao lado de Prince e Omer

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Fonte: EGO

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