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Ingressos para filme de Michael Jackson estão à venda a partir deste domingo

Filme estreia dia 28 de outubro em diversas cidades, incluindo SP e Rio.
Documentário com últimos ensaios do astro ficará em cartaz por 2 semanas.

Michael Jackson em cena do documentário ‘This is it’. (Foto: Divulgação)

Os ingressos para o documentário “This is it”, com os últimos ensaios de Michael Jackson, começaram a ser vendidos neste domingo (27). Os fãs podem adquirir os bilhetes acessando o site oficial do filme no Brasil. O longa estreia no dia 28 de outubro em diversos países e ficará em cartaz por duas semanas.

A pré-estreia de gala será em Los Angeles no Nokia Theatre, dia 27 de outubro. Mais de 15 cidades, incluindo Nova York, Rio de Janeiro, São Paulo, Londres, Berlim, Johanesburgo e Seul, iniciarão o evento simultaneamente.

Outras cidades, como Moscou, Tóquio, Sidney, Paris e muitas outras terão suas próprias pré-estreias, não simultâneas.

Os eventos de abertura incluirão transmissões via satélite de astros de Hollywood chegando à première em Los Angeles.

Ao todo, mais de 25 cidades em todo o mundo terão pré-estreias do filme, mas nem todas acontecerão ao mesmo tempo.

Dirigido por Kenny Ortega (de “High school musical”), o documentário reúne material das mais de 100 horas de vídeo produzidas durante os ensaios para a turnê “This is it”, anunciada como última temporada de Jackson em Londres, que estrearia na O2 Arena em julho deste ano.

O contrato de US$ 60 milhões para a criação do filme foi fechado entre os herdeiros de Jackson, a empresa AEG Live, que estava promovendo os concertos, e a Sony Pictures.

Com base na arrecadação do filme, nas vendas de álbuns e em negócios fechados desde a morte do cantor, os administradores de seu patrimônio esperam gerar mais de US$ 200 milhões de receita até o final do ano.

Trilha sonora

A trilha sonora do documentário será lançada em um disco duplo intitulado “This is it” no dia 26 do próximo mês. Antes, no dia 12, a Sony lançará o single “this is it”, canção inédita do rei do pop.

De acordo com a gravadora, o primeiro CD terá as gravações originais dos maiores sucessos do cantor, na sequência em que aparecem no filme. O disco termina com duas versões da canção “This is it”, com backing vocals dos irmãos de Michael.

Já o segundo CD terá versões inéditas das faixas mais populares do artista, e poderá conter versões alternativas das músicas do disco 1, bem como o poema “Planet Earth”, declamado pelo astro e até então nunca divulgado.

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Fonte: G1

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Trailer de filme com ensaios de Michael Jackson é lançado

Além de mostrar ensaios dos shows que o astro faria em Londres, ‘This is it’ tem entrevistas.

Foto: BBC

Cena do filme ‘This is it’, com os últimos ensaios de Jackson. (Foto: BBC)

O trailer do filme “This is it”, com imagens de ensaios dos shows que Michael Jackson faria na O2 Arena, em Londres, foi lançado oficialmente, depois de ser exibido no MTV Video Music Awards no domingo (13) em Nova York.

Clique aqui para ver o trailer de “This is it”

Além de mostrar os ensaios, o filme também trará entrevistas com personalidades ligadas ao astro, além de vídeos em 3D que seriam mostrados durante os shows.

O diretor, Kenny Ortega, descreveu o projeto como “um presente aos fãs de Michael” e “o maior show que ninguém teve a chance de ver”.

Ortega foi diretor e parceiro criativo de Jackson não só nos shows “This is it”, mas também nas turnês “Dangerous”, em 1992, e “History”, em 1996.

As imagens foram filmadas em Los Angeles entre abril e junho deste ano.

O filme terá estreia mundial nos cinemas no dia 28 de outubro.

Michael Jackson ganha homenagem de Madonna em prêmio

Janet Jackson, irmã do rei do pop, se apresentou no VMA

Na noite deste domingo, 13, o Vídeo Music Awards começou com uma homenagem ao Michael Jackson. Madonna foi a eleita para falar da importância do rei do pop da a música mundial. Em seguida, foi a vez de Janet Jackson se apresentar em homenagem ao irmão. Durante o número, imagens de Michael eram exibidas no telão.

Reuters/Agência

Madonna falou sobre a importância do rei do pop da a música mundial

Reuters/Agência

Durante a apresentação de Janet Jackson, imagens de Michael eram exibidas no telão

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Fonte: G1, EGO

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Michael Jackson será enterrado com pompa, mas sem multidão

Corpo do ‘rei do pop’ será sepultado no cemitério Forest Lawn, em Los Angeles, diante da família e amigos

Michael Jackson (29 de agosto de 1958 – 25 de junho de 2009). Foto: AP

Mais de dois meses após sua morte, Michael Jackson será enterrado nesta quinta-feira, 3, no cemitério Forest Lawn de Glendale, em Los Angeles. A cerimônia privada, somente para a família e amigos, sob fortes medidas de segurança contrasta com a cerimônia fúnebre com muitos artistas, um público de 20 mil pessoas e transmitida ao vivo pela TV, realizada no estádio Staples Center de Los Angeles, em 7 de julho.

O cantor, cujo corpo acredita-se que esteja em uma câmara frigorífica no cemitério, será sepultado no Terraço Sagrado do Grande Mausoléu, uma área de acesso restrito, o que deve manter seu túmulo protegido de curiosos, fãs e saqueadores. Michael Jackson morreu em 25 de junho de uma parada cardíaca, considerada pelas autoridades de Los Angeles como um homicídio provocado por “intoxicação aguda por Propofol” e outros cinco medicamentos.

Os Jackson decidiram se despedir do ‘rei do pop’ em cerimônia íntima, que deve durar 45 minutos, com o réquiem por conta da cantora de soul Aretha Franklin e com a presença da grande amiga do ‘rei do pop’, a também cantora Diana Ross, segundo informou seu irmão Marlon à imprensa britânica. Marlon disse ainda ao jornal inglês The Mirror que o estilista e o maquiador de Michael arrumaram o cantor como se fosse para seu “último show” e que ele “está pronto para o seu grande dia”.

A previsão é de que o corpo de Michael Jackson seja sepultado em um caixão folhado a ouro às 19 horas locais, aproximadamente às 23 horas no Brasil, conforme informou Jesse Derris, da agência de relações públicas Sunshine & Sachs, contratada pela família do artista para tratar com a imprensa.

O site TMZ estima que o custo da cerimônia supere os US$ 150 mil. Seja qual for o valor, será pago pelo Fundo Michael Jackson, uma figura jurídica administrada pelos advogados do cantor, por decisão tomada nesta quarta, 2, pelo juiz da Corte Superior de Los Angeles Mitchell Beckloff, a pedido da mãe de Michael, Katherine.

Todas as entradas do cemitério neoclássico de muros altos, que exige identificação com foto dos visitantes, serão fechadas. Lá estão enterrados símbolos da fase de ouro de Hollywood, como Clark Gable, Jean Harlow e Carole Lombard, além de ícones como Humphrey Bogart, Nat King Cole, Walt Disney, Errol Flyn e Jimmy Stewart.

O guia turístico Scott Michaels, especializado em mostrar sepulturas de celebridades a turistas, explicou ao jornal americano Los Angeles Times que “há câmeras por toda parte no cemitério e se você estiver apenas andando pelas tumbas os seguranças vão te encontrar e fazê-lo sair”, disse.

O recado da polícia aos fãs do ‘rei do pop’ é claro: “Não tentem se aproximar, porque não serão capazes nem sequer de ver o verde da grama de Forest Lawn”, alertou o sargento Tom Lorenz.

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Fonte: Estadão

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Morte de Michael Jackson foi homicídio, diz IML de Los Angeles

Relatório alega que cantor sucumbiu a ‘intoxicação aguda de propofol’.
Médico particular ministrava anestésico para fazer Jackson dormir.

O cantor Michael Jackson, morto em junho deste ano. (Foto: Reuters)

O instituto médico legal da cidade de Los Angeles anunciou nesta sexta-feira (28) que a morte do cantor Michael Jackson foi classificada como “homicídio” (provocada pelas mãos de uma outra pessoa).

De acordo com relatório do legista da cidade, Jackson sucumbiu a “intoxicação aguda de propofol”. O propofol (também conhecido como diprivan) é um potente anestésico que o cantor vinha usando com a intenção de combater insônia.

O documento também fala em “efeito benzodiazepínico” – em referência a mistura com outros sedativos –  como “outras condições que contribuíram para a morte”.

“Os medicamentos Propofol e Lorazepam foram consideradas as principais drogas responsáveis pela morte do Sr. Jackson. Outras drogas detectadas foram: Midazolam, Diazepam, Lidocaína e Efedrina”, declara o IML.

Uma dose de propofol – de uso altamente controlado – foi aplicada pelo médico particular de Jackson, Dr. Conrad Murray, horas antes da morte do cantor, em 25 de junho. O cardiologista é alvo de investigação da polícia, teve sua residência revistada, mas até agora não teve sua prisão decretada.

Em nota, o departamento de polícia de Los Angeles afirmou que a investigação está em andamento e que caberá a promotores locais decidir se acusações serão feitas.

Familiares do cantor também divulgaram um comunicado comentando o anúncio. “A família Jackson novamente gostaria de congratular as ações do instituto forense, da polícia de Los Angeles e outras agências da lei, e espera o dia em que a justiça será feita”, diz a nota.

O anestésico porpofol, apontado pelos legistas como a substância que matou Michael Jackson. (Foto: Reuters)

Mistura fatal

Em depoimento à polícia, Murray afirmou que estaria preocupado com um suposto vício de Jackson em propofol. Na noite anterior à morte do cantor, o médico particular diz que tentou colocá-lo para dormir sem o propofol, usando, em vez disso, os sedativos diazepam, lorazepam e midazolam. Médicos afirmam que a combinação desses medicamentos é perigosa.

Como todos os remédios não conseguiram adormecer o astro e como Jackson, segundo ele, teria pedido a droga várias vezes, Murray teria finalmente ministrado 25 miligramas de propofol. Assim que o cantor dormiu, o médico deixou o quarto.

No mesmo depoimento, divugaldo nesta semana pelo jornal “Los Angeles Times”, Murray disse aos detetives que tratou o astro de insônia por cerca de seis semanas antes de sua morte. Ele estava dando a Michael Jackson 50 miligramas de propofol todas as noites por meio intravenoso, mas tentava livrar o cantor da dependência do anestésico.

Apesar disso, autoridades disseram não ter conseguido encontrar evidências de que Murray tenha comprado, pedido ou obtido a medicação com sua licença médica. No entanto, policiais encontraram cerca de oito frascos da droga na casa em que o cantor morreu, junto com outros medicamentos receitados por Dr. Murray, Dr. Arnold Klein e Dr. Allan Metzger.

Outras drogas confiscadas na busca policial incluem valium, tamsulosin, lorazepam, temazepam, clonazepam, trazodone e tizanidine. Os investigadores também encontraram propofol na bolsa de Murray. Ele disse aos detetives não ter sido o primeiro médico a dar o poderoso anestésico ao cantor e chegou a dizer que Jackson estava habituado aos medicamentos e que se referia a eles como seu ‘leitinho’.

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Pelo menos dois médicos não-identificados deram propofol a Michael Jackson na Alemanha. Entre março e abril de 2009, Murray disse que chamou de Las Vegas o médico David Adams a pedido do astro para que ele lhe desse o medicamento. Murray disse que ele estava no consultório de um cosmetologista quando Adams usou a substância para sedar o cantor.

Desde que começou a tratar Michael Jackson, Murray disse que perguntou ao popstar inúmeras vezes quem eram os médicos que tratavam dele e quais drogas eram prescritas. Mas o cantor se recusava a dar informações, disse Murray aos investigadores.

Aplicado em procedimentos cirúrgicos em hospitais, sempre com monitoramento contínuo dos sinais vitais do paciente, o propofol oferece riscos por causar uma curta parada respiratória. A medicação induz a um sono de hipnose por cerca de cinco a dez minutos e é usada como anestésico porque não causa mal estar e também atua como relaxante muscular e como um leve analgésico. Durante cirurgias, o remédio é administrado continuamente para manter o paciente apagado pelo tempo que for necessário.

No último dia 18, Conrad Murray divulgou um vídeo (veja acima) em que agradecia o apoio dos amigos. “Por favor, não se preocupem, enquanto eu tiver Deus no meu coração e vocês na minha vida, eu estarei bem. Eu fiz tudo que pude. Eu disse a verdade e eu tenho certeza de que a verdade prevalecerá. Deus os abençoe. E obrigado”, disse o cardiologista, que foi contratado pela produtora AEG Live para cuidar da saúde do cantor durante a série de shows que Jackson faria a partir de junho deste ano.

Ligação de emergência

Jackson morreu no dia 25 de junho, depois de ser resgatado de sua casa em Los  Angeles e levado ao hospital da cidade com quadro de parada respiratória.

A ligação da casa de Jackson para o serviço de emergência foi feita às 12h21, horário de Los Angeles, por uma pessoa que ainda não foi identificada mas que estaria na companhia de Murray. Os paramédicos teriam chegado cerca de 3 minutos depois. O cantor foi então levado de ambulância ao hospital da UCLA, onde foi declarado morto às 14h26.

Prince Michael, Blanket e Paris são confortados pelos tios no palco do funeral público de Michael Jackson(Foto: AP)

Um policial com acesso às investigações, revelou recentemente detalhes sobre o estado do interior da mansão em que Jackson foi resgatado. No momento em que a polícia chegou ao local, o quarto onde o cantor dormia estava repleto de tanques de oxigênio e continha um equipamento para aplicação de tratamento intravenal. Outro quarto estava bagunçado, com roupas e outros itens espalhados e recados escritos a mão colados na parede. Um deles dizia: “crianças são doces e inocentes”. Uma boneca de porcelana com um vestido foi encontrada sobre o cobertor da cama onde o cantor dormia.

A temperatura na casa estava extremamente quente, com lareiras a gás e o sistema de aquecimento ligado no máximo porque Jackson sempre reclamava de estar com frio, disse o policial.

A temperatura na casa estava extremamente quente, com lareiras a gás e o sistema de aquecimento ligado no máximo porque Jackson sempre reclamava de estar com frio, disse o policial.

Três tanques de oxigênio estavam no quarto do cantor, e outros 15 estavam no quarto de um segurança.

No dia 7 de julho, artistas como Stevie Wonder e Mariah Carey, além de astros do basquete, fãs e familiares do astro, se reuniram no Staples Center para uma cerimônia de despedida ao cantor.

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Veja fotos do funeral de Michael Jackson

O corpo de Jackson só deve ser enterrado no próximo dia 3 de setembro, no cemitério Forest Lawn Glendale, no condado de Los Angeles. Está previsto que o enterro consista em uma pequena cerimônia de caráter privado na Holly Terrace do grande mausoléu do cemitério que será limitada à família e amigos próximos.

O enterro foi postergado pela falta de acordo entre os familiares sobre onde sepultar o artista e pelo interesse de conservar o corpo para realizar novos testes em caso de ser necessário para a investigação.

O Rei do Pop completaria 51 anos neste sábado.

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Fonte: G1

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Michael Jackson tinha doses letais de anestésico no sangue

Dosagem extremamente alta de substâncias levou o rei do pop à morte.
Informações são de documentos policiais revelados nesta segunda (24).

Michael Jackson em setembro de 2001 em Nova York. (Foto: Reuters)

Michael Jackson tinha doses letais de anestésico no sangue quando morreu. De acordo com documentos policiais, foram encontradas altas doses de propofol no corpo do artista e isso causou a sua morte, segundo uma avaliação preliminar dos resultados dos exames toxicológicos feita pelo médico legista Dr. Sathyavagiswaran.

O rei do pop morreu no dia 25 de junho, aos 50 anos, na casa que alugava em Los Angeles, Califórnia.

“O chefe-médico legista de Los Angeles, Dr. Sathyavagiswaran, indicou que reviu os resultados toxicológicos preliminares e sua avaliação preliminar sobre a morte de Jackson indica que resultou de doses letais de propofol (diprivan)”, afirma o termo de um mandado de busca contra Conrad Murray expedido pela Califórnia.

O documento foi divulgado pelo condado de Harris, em Houston, onde Murray tem consultórios que foram alvo de uma operação de busca de provas em 22 de julho.

Segundo informações contidas no documento divulgadas nesta segunda (24) pelo “Los Angeles Times”, o médico do cantor, Conrad Murray, disse aos detetives que ele tratou o astro de insônia por cerca de seis semanas antes de sua morte. Ele estava dando a Michael Jackson 50 miligramas de propofol todas as noites por meio intravenoso.

Murray disse aos investigadores que temia que Jackson se tornasse viciado e começou a tentar afastar o astro das drogas. Ele então diminuiu a dosagem para 25 miligramas e passou a misturar propofol com outras duas substâncias sedativas, lorazepam e midazolam. Em 23 de junho, dois dias antes da morte do cantor, ele deu a Michael essas duas substâncias, sem o propofol.

Na manhã em que Jackson morreu, Murray tentou induzi-lo ao sono sem usar propofol, de acordo com o documento. Ele disse ter ministrado valium à 1h30 e, sem sucesso, deu a ele uma injeção de lorazepam às 2h. Às 3h, quando Michael ainda estava acordado, Murray ministrou uma dose de midazolam.

Ao longo das horas seguintes, Murray disse que deu a Jackson várias drogas até que, às 10h40, ele ministrou 25 miligramas de propofol depois de Jackson ter pedido a droga repetidamente.

Sem dormir

Murray assegurou que Michael Jackson tinha pedido reiteradamente que fosse aplicado esse anestésico. O artista então dormiu e o médico saiu para fazer algumas ligações telefônicas, segundo contou à polícia.

Ao voltar ao quarto, o cantor não respirava e Murray, então, começou a praticar a reanimação cardiopulmonar até a chegada do serviço de emergência. Michael foi levado ao hospital da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), onde foi dado como morto por volta das 14h (locais).

Apesar de Murray ter contado à polícia que ministrava propofol, autoridades disseram não ter conseguido encontrar evidências de que ele tenha comprado, pedido ou obtido a medicação com sua licença médica ou registro no DEA. No entanto, policiais encontraram cerca de oito frascos da droga na casa em que o cantor morreu, junto com outros medicamentos receitados por Dr. Murray, Dr. Arnold Klein e Dr. Allan Metzger.

Outras drogas confiscadas na bucas policial incluem valium, tamsulosin, lorazepam, temazepam, clonazepam, trazodone e tizanidine. Os investigadores também encontraram propofol na bolsa de Conrad Murray. Ele disse aos detetives não ter sido o primeiro médico a dar o poderoso anestésico ao cantor.

Pelo menos dois médicos não-identificados deram propofol a Michael Jackson na Alemanha. Entre março e abril de 2009, Murray disse que chamou de Las Vegas o médico David Adams a pedido do astro para que ele lhe desse o medicamento. Murray disse que ele estava no consultório de um cosmetologista quando Adams usou a substância para sedar o cantor.

Desde que começou a tratar Michael Jackson, Murray disse que perguntou ao popstar inúmeras vezes quem eram os médicos que tratavam dele e quais drogas eram prescritas. Mas o cantor se recusava a dar informações, disse Murray aos investigadores.

Marcas de agulhas

Ele contou ter notado marcas de agulhas nas mãos e nos pés do cantor. Quando perguntou a Jackson sobre elas, o artista rspondeu que tinha tomado um “coquetel” para ajudá-lo. Além de Murray, autoridades intimaram a comparecer em juízo os médicos Arnold Klein, Allan Metzger, David Adams e Mark Tadrissi. Eles também pediram registros do médico David Slavitt, que conduziu o exame em Jackson para o Anschuntz Entertainment Group, o médico Randy Rosen e a enfermeira Cherilyn Lee.

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Fonte: G1

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Jornal revela foto de Michael Jackson ao lado do filho ‘secreto’

Pai do cantor, Joe, disse em entrevista que Omer Bhatti é filho de Michael

Depois de Joe Jackson revelar em entrevista que Omer Bhatti seria filho legítimo de Michael Jackson, o jornal britânico “The Sun” publicou uma foto do menino ao lado do pai e Prince, primeiro filho registrado do cantor. Omer “Obee” Bhatti, um rapper norueguês de 25 anos seria o fruto da aventura de uma noite com Pia Bhatti, em 1983.

The Sun /Reprodução

Álbum de família: Prince, Michael Jackson e Omer

The Sun /Reprodução

Michael posa ao lado de Pia Bhatti e ao lado de Prince e Omer

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Fonte: EGO

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Mãe de Jackson ganha custódia de netos, diz advogado

Debbie Rowe, mãe de dois dos filhos do cantor, terá direito à visitação.
Katherine Jackson chegou a acordo com Rowe.

Foto: AP

AP
Katherine Jackson, mãe de Michael Jackson. (Foto: AP)

A mãe de Michael Jackson, Katherine, receberá a custódia dos três filhos deixados pelo cantor, graças a um acordo com a ex-mulher dele, Debbie Rowe, disse um advogado na quinta-feira ao canal CBS News.

Rowe terá “direitos significativos de visitação” em relação a seus dois filhos com Jackson – Prince Michael, de 12 anos, e Paris, 11 -, segundo as redes CBS, ABC e NBC.

A mãe biológica do terceiro filho do cantor, Prince Michael II, de 7 anos, nunca foi revelada.

Katherine Jackson, 79 anos, havia recebido a custódia temporária das crianças depois da morte do cantor, em 25 de junho.

“É um acordo, um acordo pelos melhores interesses das crianças. Não se trata de um acordo monetário. Não se trata de dinheiro”, disse Londell McMillan, advogado de Katherine Jackson, em entrevista à CBS News.

“Todas as partes estão resolvidas. Não há uma situação melhor para estas crianças do que serem criadas sob os amorosos cuidados da sra. Katherine Jackson”, disse ele.

Audiência

Uma audiência judicial sobre a custódia das crianças está marcada para segunda-feira (3) em Los Angeles. Em um testamento de 2002, Jackson manifestava o desejo de que sua mãe cuidasse de seus filhos caso ele morresse.

O espólio dele, avaliado em US$ 500 milhões num anexo ao testamento, será confiado a um fundo familiar que beneficiará seus filhos, sua mãe e entidades beneficentes.

“Esse espólio vale, pelas minhas estimativas, uns US$ 2 bilhões”, disse McMillan, já considerando potenciais rendimentos. “Vocês ouvem falar em US$ 500 milhões. Não comprem isso.”

A laudo dos legistas sobre a causa da morte do astro pop ainda aguarda os resultados de exames, inclusive toxicológicos. Não foram divulgados detalhes sobre o sepultamento.

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Fonte: G1

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