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Vaga de zumbi atrai 200 pessoas em Londres

Candidatos devem ser extrovertidos e ter vontade de divertir as pessoas.
Salário é de 30 mil libras por ano, segundo o jornal ‘Evening Standard’.

A crise afetou tanto o mercado de trabalho do Reino Unido que qualquer vaga passou a ser disputada com afinco no país, como no caso da oferta para se transformar em um morto-vivo, um emprego pouco convencional, mas que atraiu 200 pessoas em Londres.

Foto: Stephen Hird/Reuters

Candidatos à vaga de zumbi, que é oferecida pela London Bridge. (Foto: Stephen Hird/Reuters)

O posto de trabalho foi criado pela London Bridge, uma das principais atrações turísticas da capital britânica que procura agora “zumbis…vivos ou mortos”.

O salário é de 30 mil libras anuais (34.500 euros) e o eleito passará os dias “assustando os visitantes” nas “horríveis catacumbas” que há debaixo da ponte, segundo o anúncio publicado pela London Bridge.

A atração turística é a que mais zumbis emprega em toda a cidade –dúzias–, mas em convocações anteriores só tinha conseguido atrair 50 candidatos em média, um quarto dos interessados agora.

O responsável da contratação deste novo morto-vivo, James Kislingbury, explicou ao “Evening Standard” que os candidatos devem “ser extrovertidos, ter vontade de divertir as pessoas e estar em forma”.

Esta última condição é exigida porque os zumbis da London Bridge têm que “perseguir as pessoas por aí, às vezes com uma moto-serra”, o que obriga a cumprir certos requisitos físicos básicos.

Kislingbury destacou que apesar do que possa parecer, os atores profissionais não têm por que ser os melhores zumbis, já que “estão mais acostumados a recitar suas falas ao público do que a interagir com o público e assustá-lo o máximo possível”.

Foto: Stephen Hird/Reuters

200 pessoas se candidataram à vaga de zumbi. (Foto: Stephen Hird/Reuters)

Foto: Stephen Hird/Reuters

Candidatos posam para fotos na London Bridge. (Foto: Stephen Hird/Reuters)

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Fonte: G1

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Fenômeno Susan Boyle perde programa de calouros no Reino Unido

Cantora foi superada pelo grupo de dança Diversity e ficou em segundo.
Ela apresentou música que a consagrou, ‘I dreamed a dream’.

Apesar das expectativas, Susan Boyle perdeu o ”Britain’s got talent” (Foto: Reprodução)

O mundo todo esperava, mas o público que votou na grande final do programa “Britain’s got talent” não quis: Susan Boyle, maior fenômeno recente da música britânica perdeu o prêmio principal para um grupo de dançarinos chamado Diversity.

A última etapa da atração aconteceu neste sábado (30), e Boyle deixou de faturar o prêmio de 100 mil libras (aproximadamente R$ 320 mil), e a oportunidade de se apresentar diante da rainha, durante o Royal Variety Show.

Ao saber da notícia, Boyle afirmou: “As melhores pessoas venceram. Desejo a vocês o melhor”. Questionada sobre seus planos, ela disse que quer lançar um disco. E encerrou: “Que jornada! Foi inacreditável e uma lição de humildade”.

Vestindo um elegante longo prateado –bem diferente do estilo simples apresentado na primeira etapa da da competição–, ela cantou a mesma música que a consagrou: “I dreamed a dream”, do musical “Les misérables” (assista ao vídeo da apresentação).

No fim da apresentação, disse que queria agradecer o apoio de todos, de sua cidade natal e também do público. “Foi uma semana de muita pressão para todos nós. Mas valeu muito a pena. Me sinto em casa no palco. Afinal, estou entre amigos”, afirmou Boyle.

Após o show, a escocesa foi aplaudida de pé tanto pelo público quanto pelo jurados, que a exemplo das outras apresentações, foram só elogios para a cantora. “Você foi o centro das atenções do mundo, saíram notícias negativas a seu respeito. Mas eu só conseguia pensar que, para responder aos críticos, você deveria subir neste palco e cantar a canção pela qual nos apaixonamos, ainda melhor do que na última vez”, afirmou Piers Morgan, um dos jurados. “Eu deveria ser imparcial, mas esqueça! Você é a melhor e deveria vencer essa competição.”

Conhecido como durão, Simon Cowell também apoiou a competidora. “Você tinha todo direito de sair do programa. Muita gente disse que você não deveria estar aqui. Ganhando ou perdendo, você voltou, enfrentou os críticos e os superou. Isso é o mais importante. O que quer que aconteça, você pode sair daqui de cabeça erguida.”

Diversity

Foto: Reprodução

O grupo Diversity venceu Susan Boyle no show de calouros (Foto: Reprodução)

O grupo de dançarinos que surpreendeu ao deixar Boyle em segundo conquistou o Reino Unido com uma dança cheia de acrobacias ao som de um mix de rap e dance music, com efeitos eletrônicos.

Muito aplaudido pelo público e também pelos jurados após o show (veja aqui), os integrantes afirmaram estarem muito satsifeitos por ter chegado tão longe na competição.

Os jurados, no entanto, se mostraram mais otimistas. Amanda Holden apostou na vitória do grupo, e Simon chegou a afirmar que lhes daria nota 10, definindo sua apresentação como “perfeita”.

Pronta para faturar

A escocesa de cabelo rebelde, não se parece em nada com uma estrela. É gordinha, de aparência melancólica e não tem o sorriso típico das celebridades. Mas sua voz de ouro a tornou uma das favoritas no “Britain’s got talent” e celebridade da internet. O vídeo da primeira apresentação da caloura no programa já ultrapassou a marca dos 60 milhões de acessos no YouTube.

Com um fã-clube de famosos, que inclui a atriz Demi Moore e a cantora Cyndi Lauper, Boyle ofuscou todos os outros candidatos. Especialistas na área de entretenimento afirmaram ao jornal “Telegraph” que o interesse do público por Boyle não deve diminuir com o fim do programa. Paul Pott, primeiro vencedor da atração em 2007, faturou quase cinco milhões de libras, e a cantora escocesa deve superá-lo facilmente.

Alguns grandes nomes da música já manifestaram vontade de gravar com Boyle. Elaine Paige, a heroína da competidora, e Andrew Lloyd Webber também consideraram parcerias com ela. Fontes da indústria fonográfica cogitam, no entanto, que a prioridade de Boyle é gravar um álbum para o selo Syco, de Simon Coweel, produtor e jurado do programa.

As apostas para o álbum são grandes, já que Boyle, ao contrário dos competidores anteriores do “Britain’s got talent”, ganhou fama internacional e sua vida vem sendo acompanhada dia-a-dia por paparazzi, jornalistas e pelo público do mundo todo. Sua simples aparição provoca tanto ou mais comoção do que sua música.

Mas até agora o sucesso não trouxe nenhum retorno financeiro para Boyle. “Pelo que podemos perceber, não acho que ela teve retorno financeiro algum, o que é uma vergonha”, explica Matt Fiorentino, porta-voz da Visible Measures, uma empresa de Massachusetts que acompanha os sucessos do YouTube.
“Nós contamos centenas de milhares de comentários sobre ela, e o público está ávido por um álbum. As pessoas realmente se apaixonaram por ela”, diz Fiorentino.
Segundo ele, a primeira performance de Boyle – quando ela surpreendeu os céticos jurados e a plateia com sua voz de anjo – foi perfeita para o YouTube. Se tornou o quinto vídeo mais visto de todos os tempos. “Ela tem a história perfeita para este tipo de mídia”, avalia Fiorentino. “As pessoas a julgaram pela aparência, e aí ela revelou essa voz fantástica e se tornou um sucesso.”

Vizinhança

Foto: Derek Blair/AFP

Vizinhos colocaram mensagens de apoio nas janelas das casas em Blackburn (Foto: Derek Blair/AFP)

A competição se tornou o único assunto em Blackburn, o pequeno vilarejo escocês onde Susan Boyle era uma cantora comum nas noites de karaokê do pub local. “Estamos todos torcendo por ela”, contou o gerente do pub Jackie Russel, antes da final do programa. “O melhor ainda está por vir”, apostou, certeiro.

Telões foram instalados no vilarejo e estava prevista uma festa no centro comunitário onde Susan era voluntária.

Fonte: G1

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Robert Knox, ator do novo Harry Potter, é morto em Londres

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Site do ‘Telegraph’ mostra foto pessoal de Knox (dir.), com a mãe e o irmão (Foto: Reprodução)

LONDRES – O ator Robert Knox, de 18 anos, que tem um pequeno papel no novo filme de Harry Potter, foi assassinado sábado na porta de um bar em Londres, quando tentava defender seu irmão dois anos mais novo.

O assassino do ator, um homem de 21 anos, que já está preso, apareceu na porta do bar com duas facas de cozinha e ameaçando os que bebiam na calçada. Além de matar Knox, feriu outros jovens. A polícia descarta que tenha sido um ajuste de contas.

Com Knox já são 28 os jovens e adolescentes assassinados este ano no Reino Unido; dez deles foram vítimas de arma branca em Londres.

O jovem ator era membro do mesmo clube de rúgbi de outro rapaz, de 16 anos, também assassinado há duas semanas também em Londres.

Fonte: O Globo

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