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Médico de Michael Jackson deve se apresentar à Justiça e alegar inocência

Dr. Conrad Murray deve comparecer à audiência nesta segunda-feira.
Murray admitiu ter injetado propofol no cantor antes de sua morte.

Foto: AP

AP
Conrad Murray, o médico de Michael Jackson. (Foto: AP)

Conrad Murray, o médico de Michael Jackson, deve comparecer pela primeira vez nesta segunda-feira (8) diante da Justiça para responder pela morte do Rei do Pop em 25 de junho passado. E de acordo com o site “TMZ”, ele deve se dizer inocente.

O escritório da promotoria do distrito de Los Angeles confirmou na sexta-feira que Murray será indiciado oficialmente depois de uma árdua investigação de sete meses realizada pela polícia e agentes federais. Em comunicado, a assessoria destacou que a acusação será notificada ao médico nesta segunda, e que haverá em seguida uma audiência no tribunal.

O texto não especifica a acusação, mas fontes policiais que não quiseram se identificar afirmaram à AFP que Murray será julgado por “homicídio culposo”.

Michael Jackson morreu no dia 25 de junho aos 50 anos de idade em Los Angeles, das consequências de uma overdose de medicamentos e de uma intoxicação com o anestésico propofol.

Murray admitiu ter injetado propofol no cantor poucas horas antes de sua morte, mas disse que se limitou a obedecer aos pedidos insistentes do Rei do Pop, que utilizava este remédio como sonífero.

O anúncio da assessoria do procurador foi feito após vários dias de intensas especulações sobre a sorte de Murray, no centro da investigação da Polícia de Los Angeles (LAPD) desde a morte do popstar.

O advogado do médico, Ed Chernoff, afirmou na quinta-feira que Murray estava disposto a se entregar, antes de voltar atrás em suas declarações. Segundo informações da imprensa, o indiciamento teria sido adiado por causa de tensões entre a procuradoria de Los Angeles e a LAPD.

A polícia quer que o médico seja detido e levado de algemas ao tribunal. Já a procuradoria e os advogados de Murray desejam uma rendição, sem algemas.

Os advogados do médico devem dar uma entrevista coletiva nesta sexta-feira, às 19h30 (hora de Brasília).

Segundo suas declarações à polícia, Murray percebeu que o cantor não respirava mais, mas esperou mais de uma hora antes de pedir ajuda.

O advogado da família Jackson, Brian Oxman, qualificou esta semana de “aterradora” a “simples ideia” de um indiciamento por homicídio culposo. “Sabemos que o consumo desses remédios podia matar Michael Jackson. O comportamento de Conrad Murray atingiu um nível tão alto de inconsciência que pode-se dizer que foi um homicídio sem premeditação, pois ele sabia o que estava fazendo”, afirmou então.

Fonte: G1

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Polícia revista casa de médico de Michael Jackson

Conrad Murray é suspeito de ter administrado anestésico em cantor.
Escritórios do médico foram revistados na semana passada.

Dr. Conrad Murray, médico particular de Michael Jackson (Foto: AP)

A polícia de Las Vegas, acompanhada de agentes federais, revista a casa do médico particular de Michael Jackson, Conrad Murray, nesta terça-feira (28), informa a imprensa local. Na segunda-feira (27) o médico foi apontado por um policial como o responsável por ter administrado o anestésico Propofol. De acordo com o policial, entrevistado em condição de anonimato pela Associated Press, Jackson recebia regularmente o anestésico para dormir, como uma espécie de “relógio despertador”.

Murray aparece identificado em documentos da Justiça como alvo de investigação por homicídio não premeditado. Seu consultório e um depósito em Houston foram revistados pela polícia na semana passada, mas as autoridades dizem que Murray está cooperando e que não o tratam como suspeito.

O advogado de Murray, Edward Chernoff, disse que o médico não receitou ou administrou nada que pudesse ter matado Jackson. Murray se tornou médico particular de Michael Jackson em maio e deveria acompanhá-lo na série de shows que faria em Londres a partir deste mês.

Murray morava na casa de Jackson e estava junto com o cantor quando ele morreu em 25 de junho.

Não está claro quanto quanto tempo levou até que alguém na casa do astro chamasse os paramédicos, ainda que o advogado de Murray tenha dito que foi cerca de meia hora. O resgate chegou cerca de 3 minutos depois que a ligação de emergência foi feita, e os paramédicos tentaram reavivar o cantor por outros 42 minutos antes de colocá-lo na ambulância e levá-lo ao Centro Médica da UCLA, onde foi pronunciado morto.

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Fonte: G1

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Médico de Michael Jackson é alvo de investigação de homicídio, diz jornal

‘LA Times’ afirma que mandado de busca aprovado no Texas comprovaria teor da investigação.

O médico particular de Michael Jackson, Conrad Murray, foi identificado como alvo de uma investigação de um possível homicídio involuntário sobre a morte do cantor, de acordo com documentos judiciais registrados nesta quinta-feira e citados pelo jornal americano Los Angeles Times.

Na quarta-feira, agentes da DEA (a agência antidrogas americana) realizaram uma operação de buscas na clínica de Murray, em Houston, no Texas.

Murray estava na casa do cantor e tentou ressuscitá-lo antes da morte de Jackson, no dia 25 de junho.

Segundo o LA Times, entre os objetos recolhidos pelos agentes clínica de Murray e em um depósito alugado pelo médico estariam dois discos rígidos, computadores, cartas e e-mails de ex-empregados e documentos relacionados com a prática da medicina.

Os agentes teriam recolhido ainda 27 comprimidos de um medicamento para emagrecimento e um tablete de relaxante muscular.

O jornal cita o mandado de busca e apreensão, aprovado por um juiz no Texas, segundo o qual as autoridades estariam procurando “objetos que constituam prova de ofensa de homicídio que possam a mostrar que o Dr. Conrad Murray cometeu uma ofensa criminal”.

Investigação

O advogado de Murray, Edward Chernoff, já havia afirmado que seu cliente estava ajudando na investigação da polícia.

Chernoff disse que os investigadores pediram mais registros médicos além dos que já tinham sido fornecidos por Murray.

“O legista quer esclarecer a causa da morte; nós também temos este objetivo”, afirmou Chernoff em uma declaração divulgada na página de seu escritório de advocacia na internet na terça-feira.

Poucos dias depois da morte de Michael Jackson, Chernoff negou que Murray tivesse dado analgésicos que poderiam ter contribuído para a morte do cantor.

O advogado acrescentou que qualquer medicamento que possa ter sido dado a Jackson foi apenas para tratar um problema de saúde específico.

Ele afirmou que o cantor ainda tinha pulso, fraco, e estava quente quando Murray o encontrou na cama.

“Ele tinha acabado de encontrá-lo na cama e ele não estava respirando”, disse Chernoff a respeito de seu cliente.

Os paramédicos foram chamados até a mansão de Michael Jackson em Los Angeles enquanto Murray fazia massagem cardíaca, de acordo com uma gravação de uma ligação telefônica para o serviço de emergência.

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Fonte: G1

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